Legislação em tela
Leis do ICMS
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Parte 1
LEGISLAÇÃO ESTADUAL — PERNAMBUCO (PE)
CATEGORIA: ICMS LEIS
DATA DE COMPILAÇÃO: 2026-04-11
DOCUMENTOS FONTE (1):
• LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016 - ICMS.pdf
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DOCUMENTO 1: LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016 - ICMS.pdf
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016
ÍNDICE
CAPÍTULO I
DA INCIDÊNCIA DO IMPOSTO
art. 1º
Seção I - Do Momento Da Ocorrência Do Fato Gerador Do Imposto
art. 2º
Seção II - Do Local Da Operação Ou Prestação
art. 3º
CAPÍTULO II
DO SUJEITO PASSIVO
Seção I - Do Contribuinte
art. 4º
Seção II - Do Responsável
arts. 5º e 6º
Seção III - Da Solidariedade
art. 7º
CAPÍTULO III
DA NÃO INCIDÊNCIA DO IMPOSTO
art. 8º
CAPÍTULO IV
DA ISENÇÃO DO IMPOSTO
art. 9º
CAPÍTULO V
DA SUSPENSÃO DO IMPOSTO
art. 10º
CAPÍTULO VI
DO DIFERIMENTO DO IMPOSTO
arts. 11 e 11-A
CAPÍTULO VII
DO CÁLCULO DO IMPOSTO
Seção I - Da Base De Cálculo
arts. 12 e 13
Subseção I - Da Redução De Base De Cálculo
art. 14
Seção II - Da Alíquota
arts. 15 e 16
Subseção I - Da Redução De Alíquota
arts. 17 e 18;
Subseção II - Das Operações ou Prestações Sujeitas ao
Adicional De Alíquota Destinado ao Fecep
18-A e 18-B
CAPÍTULO VIII
DA NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO
art. 19
Seção I - Do Crédito Fiscal
art. 20
Subseção I - Do Direito Ao Crédito Fiscal
arts. 20-A e 20-B
Subseção II – Da Vedação Ao Crédito Fiscal
art. 20-C
Subseção III – Do Estorno Do Crédito Fiscal
art. 20–D e 20-E
Subseção IV - Do Crédito Fiscal No Encerramento Da Atividade
Do Estabelecimento Ou De Sucessão
art. 20–F e 20-G
Subseção V - Da Recuperação Do Crédito Fiscal
art. 20-H
Subseção VI - Da Restituição Por Meio De Crédito Fiscal
art. 20-I
Subseção VII – Do Crédito Relativo Ao Ativo Permanente
art. 21
Seção II - Do Crédito Presumido
art. 22
CAPÍTULO IX
DA APURAÇÃO E DO RECOLHIMENTO DO IMPOSTO
art. 23 a 25
Seção I - Da Utilização Do Saldo Credor Acumulado
art. 26
Subseção I - Do Saldo Credor Acumulado Por Operações E
Prestações Destinadas Ao Exterior
art. 27
Seção II - Do Imposto Antecipado
Subseção I – Das Disposições Gerais
art. 28 e 28-A
Subseção II - Da Base De Cálculo Do Imposto Antecipado
art. 29
Subseção III - Do Cálculo Do Imposto Antecipado
art. 30
Subseção IV - Das Disposições Específicas Relativas À
Importação
art. 31
Seção III - Do Recolhimento Parcelado do Crédito Tributário
art.31-A
CAPÍTULO X
DO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
Seção I - Das Disposições Gerais
art. 32
Seção II - Da Substituição Em Relação Às Operações Antecedentes
Ou Concomitantes
arts. 33 e 34
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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Seção III - Da Substituição Em Relação Às Operações Subsequentes
art. 35
Subseção I – Da Não Retenção E Retenção A Menor Na
Operação Interestadual
art. 36
Subseção II - Da Restituição Do Imposto Antecipado
arts. 37 a 39
CAPÍTULO XI
DO RESSARCIMENTO DO IMPOSTO ANTECIPADO
art. 40
CAPÍTULO XI-A
DO REGIME DE TRIBUTAÇÃO MONOFÁSICA
art. 40-B a 40-H
CAPÍTULO XI-B
DO
PROGRAMA
DE
AUTORREGULARIZAÇÃO
E
CONFORMIDADE TRIBUTÁRIA - COOPERA
art. 40-I
CAPÍTULO XII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
arts. 41 a 46
ANEXO 1
PRODUTO RELACIONADO NA LEI Nº 12.523/2003 - FECEP
art. 18-A, I
ANEXO 1-A
VEÍCULOS NOVOS RELACIONADOS NA LEI Nº 12.523/2003 – FECEP
art. 18-A, II
ANEXO 1-B
VEÍCULOS NOVOS COM ALÍQUOTA REDUZIDA E RELACIONADOS NA
LEI Nº 12.523/2003 – FECEP
art. 18-B
ANEXO 2
PRODUTO SUJEITO À ALÍQUOTA DE 25%
art. 15, III, “b”
ANEXO 3
PRODUTO DE INFORMÁTICA SUJEITO À ALÍQUOTA DE 12%
art. 15, V, "c"
ANEXO 4
PRODUTO DE INFORMÁTICA SUJEITO À ALÍQUOTA DE 7%
art. 15, VI, “a"
ANEXO 5
GIPSITA, GESSO E DERIVADOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7%
art. 15, VI, “b”
ANEXO 6
VEÍCULO SUJEITO À ALÍQUOTA DE 12%
art. 18, I, “a”
ANEXO 7
RECOLHIMENTO PARCELADO DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO
art. 31-A
ANEXO 8
PROGRAMA
DE
AUTORREGULARIZAÇÃO
E
CONFORMIDADE
TRIBUTÁRIA – COOPERA
art. 40-I
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016
· Publicada no DOE de 18.03.2016;
· Alterada pelas Leis nos. 15.892/2016, 15.954/2016, 15.997/2017, 16.234/2017, 16.447/2018,
16.473/2018, 16.474/2018, 16.477/2018, 16.489/2018, 17.111/2020, 17.118/2020, 17.127/2020,
17.335/2021, 17.551/2021, 17.625/2021, 17.875/2022, 17.914/2022, e 18.305/2023;
· Revoga as Leis nos. 10.259/89 e 11.408/96, a partir de 1º de abril de 2017;
· Vide Lei nº 17.898/2022, relativamente às alíquotas sobre combustíveis e energia elétrica;
· Vide Lei original.
Dispõe sobre o Imposto sobre Operações relativas à
Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal
e de Comunicação - ICMS, agrupando em um único
texto normativo as normas previstas em lei sobre a
matéria.
O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:
CAPÍTULO I
DA INCIDÊNCIA DO IMPOSTO
Art. 1º O Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de
Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação - ICMS incide sobre operações
relativas à circulação de mercadorias e sobre as prestações de serviços de transporte, interestadual e
intermunicipal, de comunicação e aqueles, quando envolvam fornecimento de mercadorias, não
compreendidos na competência tributária dos Municípios.
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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§ 1º O ICMS incide também sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por
pessoa física ou jurídica, ainda que não seja contribuinte habitual do imposto, qualquer que seja a sua
finalidade, assim como sobre o serviço prestado ou iniciado no exterior.
§ 2º Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I - mercadoria, qualquer bem móvel, corpóreo ou incorpóreo, nos termos da lei civil, suscetível de
avaliação econômica, não se incluindo neste conceito: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - mercadoria, qualquer bem móvel, corpóreo ou incorpóreo, nos termos da lei
civil, suscetível de avaliação econômica e destinado à comercialização ou
industrialização, não se incluindo neste conceito:
a) os respectivos direitos reais e as ações correspondentes; e
b) os direitos pessoais de caráter patrimonial e respectivas ações;
II - bem, a mercadoria destinada ao ativo permanente ou ao próprio uso ou consumo do
adquirente, inclusive não inscrito no cadastro de contribuintes do imposto; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
II - bem, a mercadoria destinada ao ativo permanente ou ao próprio uso ou
consumo de contribuinte do imposto; e
III - industrialização qualquer operação de que resulte alteração da natureza, funcionamento,
utilização, acabamento, apresentação ou aperfeiçoamento do produto, tais como:
a) transformação: a que, exercida sobre a matéria-prima ou produto intermediário, resulte na
obtenção de espécie nova;
b) beneficiamento: a que importe em modificar, aperfeiçoar ou, de qualquer forma, alterar o
funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do produto; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir
de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
b) beneficiamento: a que importe em restaurar, aperfeiçoar ou, de qualquer
forma, alterar o funcionamento, a utilização, o acabamento ou a aparência do
produto;
c) montagem: a que consista na reunião dos produtos, peças ou partes, de que resulte obtenção
de um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma classificação na NCM; (Lei
18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
c) montagem: a que consista na reunião dos produtos, peças ou partes, de que
resulte obtenção de um novo produto ou unidade autônoma, ainda que sob a mesma
classificação na NBM/SH; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
c) montagem: a que consista na reunião dos produtos, peças ou partes, de que
resulte obtenção de um novo produto ou unidade autônoma;
d) acondicionamento: a que importe em alterar a apresentação do produto, pela colocação da
embalagem, ainda que em substituição da original, salvo quando a embalagem colocada se destinar
apenas ao transporte da mercadoria; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
d) acondicionamento: a que importe em alterar a apresentação do produto
quanto ao seu acondicionamento, mediante colocação de embalagem ou substituição
da original, salvo quando a embalagem colocada se destine apenas ao transporte da
mercadoria; e
e) renovação ou recondicionamento: a que, exercida sobre produto usado ou parte remanescente
de produto deteriorado ou inutilizado, renove ou restaure o produto para utilização. (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
e)
renovação
ou
recondicionamento:
a
que,
exercida
sobre
partes
remanescentes de produtos deteriorados ou inutilizados, os renove ou lhes restaure a
utilização.
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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SEÇÃO I
DO MOMENTO DA OCORRÊNCIA DO FATO GERADOR DO IMPOSTO
Art. 2º Ocorre o fato gerador do imposto no momento:
I - da saída de mercadoria de estabelecimento de contribuinte, ainda que para outro
estabelecimento do mesmo titular;
II - do fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento;
III - da transmissão, a terceiro, de propriedade de mercadoria depositada, quando o armazém-
geral ou depósito fechado, assim como o transmitente, estiverem localizados neste Estado;
IV - da transmissão, a terceiro, de propriedade de mercadoria, ou de título que a represente,
quando a mercadoria não tiver transitado pelo estabelecimento transmitente;
V - do início da prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal, por qualquer
via, de pessoas, bens, mercadorias ou valores;
VI - do ato final do transporte iniciado no exterior;
VII - da prestação onerosa do serviço de comunicação, realizada por qualquer meio, inclusive a
geração, a emissão, a recepção, a transmissão, a retransmissão, a repetição e a ampliação de
comunicação de qualquer natureza;
VIII - do fornecimento ou disponibilização ao usuário de ficha, cartão ou qualquer outro meio que
corresponda ao pagamento antecipado pela prestação de serviço de comunicação;
IX - do fornecimento de mercadoria com prestação de serviço:
a) não compreendido na competência tributária dos Municípios; ou
b) compreendido na competência tributária dos Municípios, na hipótese de a lei complementar
aplicável à matéria expressamente sujeitar o fornecimento da mercadoria à incidência do ICMS;
X - na hipótese de mercadoria ou bem importados do exterior, observado o disposto no § 2º: (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
X - do desembaraço aduaneiro da mercadoria ou bem importados do exterior,
inclusive na hipótese de a entrega ocorrer antes do referido desembaraço, observado
o disposto no § 2º;
a) do desembaraço aduaneiro; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) da entrega, quando ocorrer antes do desembaraço referido na alínea “a”; (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
XI - do recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado no exterior;
XII - da aquisição, em licitação pública, de mercadoria ou bem, inclusive importados do exterior,
apreendidos ou abandonados;
XIII - da entrada, no território deste Estado, de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes
e combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, oriundos de outra Federação - UF, quando não
destinados à industrialização ou à comercialização;
XIV - da utilização, por contribuinte, de serviço cuja prestação se tenha iniciado em outra UF e
não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente; e
XV - da entrada da mercadoria no estabelecimento do adquirente, quando procedente de outra UF
e destinada a integrar o respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo.
XVI - do início da prestação de serviço de transporte interestadual, nas prestações não vinculadas
a operação ou prestação subsequente, cujo tomador não seja contribuinte do imposto domiciliado ou
estabelecido no Estado de destino; e (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
XVII - da saída, de estabelecimento de contribuinte, de bem ou mercadoria destinado a
consumidor final não contribuinte do imposto domiciliado ou estabelecido em outro Estado. (Lei
17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
§ 1º A caracterização do fato gerador do imposto independe:
I - da natureza jurídica da operação ou prestação que o constitua; e
II - do título jurídico pelo qual o sujeito passivo se encontre na posse da mercadoria que
efetivamente tenha saído do seu estabelecimento.
§ 2º Relativamente ao inciso X, deve ser observado o seguinte:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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I - ocorrido o desembaraço aduaneiro, a entrega pelo depositário de mercadoria ou bem
importados do exterior deve ser autorizada pelo órgão responsável pelo mencionado desembaraço; e
II - o desembaraço referido no inciso I somente pode ocorrer mediante a exibição do
correspondente comprovante de pagamento do imposto incidente no ato do despacho aduaneiro, salvo
disposição em contrário estabelecida em decreto do Poder Executivo.
§ 3º Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I - armazém-geral, o estabelecimento destinado à recepção e à movimentação de mercadoria de
terceiro, isolada ou conjuntamente com mercadoria própria, com as únicas funções de guarda e
proteção, independentemente da respectiva Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE; e
(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - armazém-geral, o estabelecimento destinado à recepção e à movimentação
de mercadoria de terceiro, isolada ou conjuntamente com mercadoria própria, com as
únicas funções de guarda e proteção; e
II - depósito fechado, o armazém pertencente a contribuinte, situado neste Estado e destinado:
(Lei 16.447/2018)
Redação anterior, efeitos até 06.11.2018:
II - depósito fechado, o armazém pertencente ao contribuinte, situado neste
Estado e destinado à recepção e à movimentação de mercadoria própria, com as
únicas funções de guarda e proteção.
a) à recepção e à movimentação de mercadoria própria, com as únicas funções de guarda e
proteção; ou (Lei 16.447/2018)
b) no caso de depósito pertencente a estabelecimento prestador de serviço de transporte, à
guarda de mercadoria de terceiro em trânsito para entrega ao respectivo destinatário. (Lei 16.447/2018)
§ 4º - REVOGADO (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
§ 4º Quando o fato gerador ocorrer em outra UF e o destinatário da mercadoria
ou o tomador do serviço for consumidor final não contribuinte do ICMS localizado em
Pernambuco, observa-se o disposto no inciso I do § 1º e no § 13 ambos do art. 12 e
o seguinte: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
§ 4º Quando o fato gerador ocorrer em outra UF e o destinatário da mercadoria
ou o tomador do serviço for consumidor final não contribuinte do ICMS localizado em
Pernambuco, observa-se o seguinte:
I - cabe a este Estado o montante do imposto relativo à diferença entre a
alíquota vigente para a operação ou prestação interna e a utilizada na operação ou
prestação interestadual, que deve ser calculado e recolhido pelo remetente da
mercadoria ou prestador do serviço localizado na UF de origem; e
II - REVOGADO (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
II - para efeito do cálculo do imposto a que se refere o inciso I:
a) REVOGADO (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
a) aplica-se sobre o valor da respectiva operação ou prestação a
correspondente alíquota interna deste Estado; e
b) REVOGADO (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
b) subtrai-se do valor obtido na forma da alínea “a” o montante do imposto
devido à UF de origem.
§ 5º - REVOGADO (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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§ 5º O valor do imposto de que trata o § 4º, nos exercícios de 2016 a 2018,
deve ser partilhado entre a UF de origem e Pernambuco, cabendo a este Estado o
montante do imposto resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o
mencionado valor: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
§ 5º O imposto calculado na forma do inciso II do § 4º, nos exercícios de 2016
a 2018, deve ser partilhado entre a UF de origem e Pernambuco, cabendo a este
Estado o valor do imposto resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o
mencionado valor:
I - em 2016, 40% (quarenta por cento);
II - em 2017, 60% (sessenta por cento); e
III - em 2018, 80% (oitenta por cento).
§ 6º Para efeito de interpretação do disposto no inciso XII do caput, o imposto é devido a este
Estado, nos termos da alínea “e” do inciso I do art. 3º, aplicando-se as alíquotas previstas para as
operações internas, ainda que a mercadoria ou bem sejam procedentes do exterior ou o arrematante
esteja localizado em outra UF. (Lei 16.234/2017)
SEÇÃO II
DO LOCAL DA OPERAÇÃO OU PRESTAÇÃO
Art. 3º O local da operação ou da prestação, para os efeitos da cobrança do imposto e definição
do estabelecimento responsável, é:
I - tratando-se de mercadoria ou bem:
a) o do estabelecimento onde se encontrem no momento da ocorrência do fato gerador;
b) aquele onde se encontrem, quando em situação irregular, pela falta de documento fiscal ou
quando com documento fiscal inidôneo, nos termos da legislação tributária;
c) o do estabelecimento que transfira a propriedade ou o título que a represente, de mercadoria
por ele adquirida no País e que por ele não tenha transitado, observado o disposto no § 3º;
d) quando importados do exterior:
1. o do estabelecimento do destinatário; ou
2. o do domicílio do adquirente, se não estabelecido;
e) aquele onde seja realizada a licitação pública, no caso de arrematação de mercadoria ou bem,
inclusive importados do exterior, apreendidos ou abandonados;
f) o do estabelecimento ou domicílio do adquirente, inclusive consumidor final, nas aquisições em
outra UF de energia elétrica e petróleo, bem como de lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos
dele derivados, quando não destinados à industrialização ou à comercialização;
g) aquele onde o ouro tenha sido extraído, quando não considerado como ativo financeiro ou
instrumento cambial, observado o disposto no § 4º;
h) o do desembarque do produto, na hipótese de captura de peixes, crustáceos e moluscos; ou
i) o do estabelecimento destinatário da mercadoria adquirida em outra UF, destinada a integrar o
respectivo ativo permanente ou ao seu próprio uso ou consumo;
II - tratando-se de prestação de serviço de transporte:
a) aquele onde tenha início a prestação;
b) aquele onde se encontre o transportador, quando em situação irregular, pela falta de
documento fiscal ou quando com documento fiscal inidôneo, nos termos da legislação tributária; ou
c) REVOGADA (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, cuja prestação se tenha
iniciado em outra UF e não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente;
III - tratando-se de prestação onerosa, por qualquer meio, de serviço de comunicação, aquele
onde seja cobrado o serviço, exceto nas hipóteses específicas a seguir relacionadas, observado o
disposto no § 5º:
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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a) o da prestação do serviço de radiodifusão sonora e de som e imagem, assim entendido o da
geração, emissão, transmissão e retransmissão, repetição, ampliação e recepção;
b) o do estabelecimento da concessionária ou da permissionária que forneça ou disponibilize
ficha, cartão ou qualquer outro meio que corresponda ao pagamento antecipado pela prestação de
serviço de comunicação;
c) o do estabelecimento destinatário do serviço, cuja prestação se tenha iniciado em outra UF e
não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente; ou
d) o do estabelecimento ou domicílio do tomador do serviço, quando prestado por meio de
satélite; e
IV - tratando-se de serviços prestados ou iniciados no exterior, o do estabelecimento ou do
domicílio do destinatário.
V - tratando-se de operações ou prestações interestaduais destinadas a consumidor final, em
relação à diferença entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual: (Lei
17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
a) o do estabelecimento do destinatário, quando o destinatário ou o tomador for contribuinte do
imposto; e (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
b) o do estabelecimento do remetente ou onde tiver início a prestação, quando o destinatário ou
tomador não for contribuinte do imposto. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
§ 1º Para efeito desta Lei, estabelecimento é o local, privado ou público, edificado ou não, próprio
ou de terceiro, onde pessoas físicas ou jurídicas exerçam suas atividades em caráter temporário ou
permanente, bem como onde se encontrem armazenadas mercadorias, observado ainda o seguinte:
I - na impossibilidade de determinação do estabelecimento, considera-se como tal o local em que
tenha sido efetuada a operação ou prestação, encontrada a mercadoria ou constatada a prestação;
II - é autônomo cada estabelecimento do mesmo titular;
III - considera-se também estabelecimento autônomo o veículo usado no comércio ambulante ou
na captura de pescado; e
IV - respondem pelo crédito tributário todos os estabelecimentos do mesmo titular.
§ 2º Quando a mercadoria for remetida, em operação interna, para armazém-geral ou para
depósito fechado, a posterior saída considera-se ocorrida no estabelecimento do depositante, salvo se
para retornar ao estabelecimento remetente.
§ 3º O disposto na alínea “c” do inciso I do caput não se aplica às mercadorias recebidas em
regime de depósito de contribuinte de UF que não a do depositário, hipótese em que o local da operação
é aquele previsto na alínea “a” do inciso I do caput.
§ 4º Para efeito do disposto na alínea “g” do inciso I do caput, deve ser identificado o local da
extração do ouro, observando-se que, na ausência da referida identificação de origem, o local da
operação é aquele onde se encontrar a mercadoria.
§ 5º Na hipótese do inciso III do caput, em se tratando de serviços não medidos, que envolvam
localidades situadas em diferentes UFs e cujo preço seja cobrado por períodos definidos, o imposto
devido é recolhido em partes iguais para aquelas Unidades onde estiverem localizados o prestador e o
tomador.
§ 6º Na hipótese da alínea “b” do inciso V do caput, quando o destino final da mercadoria, bem
ou serviço ocorrer em Estado diferente daquele em que estiver domiciliado ou estabelecido o adquirente
ou o tomador, o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual será
devido ao Estado no qual efetivamente ocorrer a entrada física da mercadoria ou bem ou o fim da
prestação do serviço. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
§ 7º Na hipótese de serviço de transporte interestadual de passageiros cujo tomador não seja
contribuinte do imposto: (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
I - o passageiro será considerado o consumidor final do serviço, e o fato gerador considerar-se-á
ocorrido no Estado referido nas alíneas “a” ou “b” do inciso II do caput deste artigo, conforme o caso,
não se aplicando o disposto no inciso V do caput e no § 6º; e (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de
5.1.2022)
II - o destinatário do serviço considerar-se-á localizado no Estado da ocorrência do fato gerador, e
a operação ficará sujeita à tributação pela sua alíquota interna. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de
5.1.2022)
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CAPÍTULO II
DO SUJEITO PASSIVO
SEÇÃO I
DO CONTRIBUINTE
Art. 4º Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em
volume que caracterize intuito comercial, as operações ou prestações a que se refere o art. 1º, ainda
que se iniciem no exterior.
§ 1º É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade ou intuito
comercial: (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
I - importe mercadoria ou bem do exterior, qualquer que seja sua finalidade; (Lei 17.625/2021 –
efeitos a partir de 5.1.2022)
II - seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no
exterior; (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
III - adquira em licitação pública mercadoria ou bem, inclusive importados do exterior,
apreendidos ou abandonados; ou (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
IV - adquira, em outra UF, lubrificante ou combustível líquidos ou gasosos derivados de petróleo
ou energia elétrica, não destinados à comercialização ou industrialização. (Lei 17.625/2021 – efeitos a
partir de 5.1.2022)
§ 2º É ainda contribuinte do imposto nas operações ou prestações que destinem mercadorias,
bens e serviços a consumidor final domiciliado ou estabelecido em outro Estado, em relação à diferença
entre a alíquota interna do Estado de destino e a alíquota interestadual: (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir
de 5.1.2022)
I - o destinatário da mercadoria, bem ou serviço, na hipótese de contribuinte do imposto; e (Lei
17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
II - o remetente da mercadoria ou bem ou o prestador de serviço, na hipótese de o destinatário
não ser contribuinte do imposto. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
SEÇÃO II
DO RESPONSÁVEL
Art. 5º É responsável tributário pelo imposto, na qualidade de contribuinte-substituto:
I - o transportador, em relação à mercadoria, observado o disposto no § 3º:
a) transportada desacompanhada de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo;
b) entregue a destinatário diverso do indicado no documento fiscal, salvo nas hipóteses admitidas
pela legislação tributária; ou
c) proveniente de outra UF para entrega a destinatário incerto deste Estado;
II - o armazém-geral, relativamente à saída ou transmissão de propriedade de mercadoria
depositada por contribuinte de outra UF;
III - o possuidor, a qualquer título, ou o detentor de mercadoria, inclusive armazém-geral,
recebida desacompanhada de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo, relativamente
ao imposto referente à aquisição da mencionada mercadoria, observado o disposto no § 4º;
IV - a cooperativa de indústrias do açúcar e do álcool, em relação à cana-de-açúcar e seus
derivados, quando as respectivas saídas forem realizadas, por meio da cooperativa, pelas indústrias
cooperadas;
V - o contribuinte destinatário:
a) relativamente às operações ou prestações antecedentes, nas hipóteses de diferimento do
imposto previstas na legislação tributária; ou
b) na aquisição de mercadoria a contribuinte não inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado
de Pernambuco - CACEPE;
VI - o contribuinte ou o armazém-geral que promover a saída ou transmissão de propriedade de
mercadoria sem documento fiscal, quando obrigado a o emitir, ou com documento fiscal inidôneo, em
relação ao imposto devido pelas operações subsequentes até o consumidor final;
VII - o leiloeiro, quando depositário, com relação à saída de mercadoria de terceiro, exceto na
hipótese do inciso XII do art. 2º;
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VIII - os remetentes a seguir indicados, situados neste Estado ou em outra UF, quando
promoverem a saída de combustível ou lubrificante, derivados ou não de petróleo, ou de outros
produtos constantes em Convênio ICMS celebrado entre UFs no âmbito do Conselho Nacional de Política
Fazendária - CONFAZ, nos termos da legislação específica:
a) refinaria de petróleo ou suas bases, conforme definidas pelo órgão federal competente;
b) industrial ou importador;
c) empresa concessionária responsável pela distribuição do gás canalizado, relativamente às
saídas internas de Gás Natural Veicular - GNV;
d) distribuidora de combustíveis, relativamente ao álcool etílico hidratado combustível - AEHC; ou
e) importador, distribuidora de combustível ou transportador revendedor retalhista - TRR de outra
UF, que promoverem saída de combustível derivado de petróleo para este Estado, na hipótese de o valor
do ICMS devido a este Estado ser superior àquele cobrado na UF de origem;
Parte 2
IX - relativamente ao ICMS incidente sobre energia elétrica, desde a geração ou importação até a
última etapa destinada ao consumo final, observado o disposto no § 5º: (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir
de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
IX - relativamente ao ICMS incidente sobre energia elétrica, desde a geração
ou importação até a última etapa destinada ao consumo final:
a) a empresa que fornecer energia elétrica a consumidor final, ainda que destinada a outra UF;
b) o estabelecimento gerador ou distribuidor, bem como o agente comercializador, situados em
outra UF; e
c) o consumidor de energia elétrica conectado à Rede Básica de Transmissão, relativamente à
conexão e ao uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu estabelecimento;
(Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
c) o consumidor de energia elétrica conectado à rede básica, relativamente à
conexão e ao uso dos sistemas de transmissão na entrada de energia elétrica no seu
estabelecimento;
X - aquele indicado em Convênio ou Protocolo ICMS celebrados entre UFs no âmbito do CONFAZ,
conforme o disposto em legislação específica;
XI - a empresa de comunicação, em relação aos serviços por ela cobrados e prestados pelos seus
postos de serviços ou por terceiro;
XII - o Agente de Navegação Marítima ou qualquer outra pessoa responsável pela contratação do
serviço de transporte;
XIII - o tomador do serviço de comunicação, desde que:
a) o tomador e o prestador do serviço situem-se neste Estado;
b) o tomador seja inscrito no CACEPE; e
c) o prestador do serviço não seja inscrito no CACEPE;
XIV - o estabelecimento principal, relativamente ao imposto devido por outro estabelecimento,
dispensado de inscrição no CACEPE, do mesmo contribuinte;
XV - na hipótese de prestação de serviço de transporte por transportador autônomo ou empresa
de transporte de outra UF, não inscritos no CACEPE, relativamente ao imposto devido na referida
prestação:
a) o tomador de serviço, inscrito no CACEPE, exceto se microempreendedor individual ou produtor
rural sem organização administrativa; e (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
a) o alienante ou o remetente da mercadoria, inscritos no CACEPE, exceto se
microempreendedor individual ou produtor rural sem organização administrativa; e
b) REVOGADO (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
b) o depositário da mercadoria a qualquer título, na saída da mercadoria ou
bem depositados por pessoa física ou jurídica não inscritas no CACEPE;
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XVI - REVOGADO (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
XVI - o remetente da mercadoria, inscrito no CACEPE, na hipótese de
transporte rodoviário de cargas prestado por empresa inscrita no CACEPE, desde que
credenciado nos termos de portaria específica da Secretaria da Fazenda - SEFAZ;
XVII - o remetente, situado em UF não signatária de Convênio ou Protocolo ICMS celebrados
entre UFs no âmbito do CONFAZ, conforme legislação específica, observadas as condições estabelecidas
em decreto do Poder Executivo, relativamente a produto sujeito ao regime de substituição tributária
constante no mencionado convênio ou protocolo;
XVIII - o remetente, localizado em outra UF, mediante termo de acordo firmado com a SEFAZ,
relativamente ao imposto antecipado previsto na legislação tributária estadual, quando promover saída,
com destino a este Estado, de mercadorias sujeitas à mencionada antecipação;
XIX - o remetente, em relação às saídas subsequentes àquela promovida para contribuinte não
inscrito no CACEPE, nas condições previstas em decreto do Poder Executivo;
XX - o adquirente de mercadoria sujeita à antecipação do imposto, prevista na legislação
tributária, relativamente às saídas subsequentes àquela que promover, realizadas pelos sucessivos
estabelecimentos adquirentes até a saída do produto para o consumidor final, nas seguintes hipóteses:
a) o contribuinte-substituto não tiver retido ou tiver retido a menor o correspondente ICMS
antecipado; ou
b) a referida antecipação ocorrer sem substituição tributária;
XXI - o depositário estabelecido em recinto alfandegado, relativamente a mercadoria ou bem
importados, por ele entregues sem a prévia apresentação, pelo importador, do comprovante de
recolhimento do ICMS ou do comprovante de exoneração do imposto, se for o caso, e de outros
documentos exigidos pela legislação; e
XXII - aquele indicado em decreto específico que disponha sobre mercadoria sujeita ao regime de
substituição tributária em operação interna, relativamente às operações subsequentes.
§ 1º O contribuinte-substituto sub-roga-se em todas as obrigações do contribuinte-substituído
relacionadas com a operação ou prestação internas sujeitas ao regime de substituição tributária.
§ 2º A substituição tributária não exclui a responsabilidade do contribuinte-substituído, na
hipótese de o documento fiscal próprio não indicar o valor do imposto, objeto da substituição, ou indicá-
lo a menor, quando o respectivo destaque for exigido pela legislação tributária.
§ 3º A responsabilidade de que trata o inciso I do caput pode ser relativa ao imposto da referida
operação e àquele das operações subsequentes até o consumidor final, se for o caso.
§ 4º Na hipótese do inciso III do caput, a responsabilidade pelo pagamento do imposto se
estende às operações subsequentes até o consumidor final, quando:
I - o possuidor ou detentor não forem inscritos no CACEPE; ou
II - se tratar de armazém-geral.
§ 5º Relativamente ao imposto previsto no inciso IX do caput, incidente desde a produção ou
importação até a última etapa destinada ao consumo final de energia elétrica, o respectivo cálculo é
efetuado com base no preço praticado na operação final, nos termos estabelecidos em decreto do Poder
Executivo.
Art. 6º É responsável pelo pagamento do ICMS e acréscimos legais, devidos pelo contribuinte ou
contribuinte-substituto, terceiro cujos atos ou omissões concorrerem para o não recolhimento do
imposto.
SEÇÃO III
DA SOLIDARIEDADE
Art. 7º Respondem solidariamente pelo pagamento do crédito tributário:
I - o transportador, o adquirente e o remetente, em relação à mercadoria:
a) desacompanhada de documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo; e
b) entregue a destinatário diverso do indicado no documento fiscal, salvo nas hipóteses em que a
legislação tributária o admitir;
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II - o armazém-geral e o depositário, a qualquer título, quando transmitirem ou derem saída à
mercadoria recebida para depósito sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo;
III - qualquer pessoa responsável pela entrada de mercadoria importada do exterior ou pela
reintrodução no mercado interno de mercadoria exportada; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
III - qualquer pessoa responsável pela entrada de mercadoria importada do
exterior ou por sua reintrodução no mercado interno;
IV - o contribuinte que receber mercadoria com isenção ou não incidência condicionadas, que com
sua ação ou omissão tiver contribuído para o não implemento da condição;
V - o estabelecimento gráfico que imprimir documentos, emitidos por terceiro, se o débito do
imposto tiver origem nos mencionados documentos, nas seguintes hipóteses: (Lei 15.997/2017 – Efeitos a
partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
V - o estabelecimento gráfico que imprimir documentos fiscais, emitidos por
terceiro, se o débito do imposto tiver origem nos mencionados documentos, nas
seguintes hipóteses:
a) inexistência de prévio credenciamento do referido estabelecimento, sendo este obrigatório;
b) inexistência de prévia autorização fazendária para a respectiva impressão, se exigida; ou
c) vedação da impressão pela legislação tributária;
VI - o contribuinte alienante ou que preste assistência técnica a máquina, aparelho ou
equipamento destinados à emissão de documentos fiscais e cujo controle do imposto devido esteja
relacionado com dispositivos ou programas totalizadores das operações ou prestações, quando:
a) a referida alienação, intervenção ou outro fato relacionado com o bem tiverem ocorrido sem
observância dos requisitos legalmente exigidos; ou
b) a irregularidade cometida pelo alienante ou o prestador de assistência técnica concorrer para a
omissão total ou parcial dos valores registrados nos totalizadores e, consequentemente, para a falta de
recolhimento do imposto;
VII - o estabelecimento titular e o usuário de máquina, aparelho ou equipamento cujo controle
fiscal se realize por meio dos seus totalizadores, quando o bem autorizado para um estabelecimento
estiver sendo utilizado em outro, ainda que pertencentes ao mesmo titular, relativamente aos valores
acumulados nos totalizadores de tal bem;
VIII - o adquirente de estabelecimento em relação ao débito, constituído ou não, do respectivo
alienante; (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
VIII - o adquirente de estabelecimento, por meio de contrato particular, em
relação ao débito, constituído ou não, do respectivo alienante;
IX - o locador inscrito no CACEPE, na hipótese de armazenagem de mercadoria de terceiro em
área comum, mediante contrato de locação e prestação de serviço, nos termos de normas específicas
expedidas pela SEFAZ, relativamente à entrada, saída e transmissão de propriedade da referida
mercadoria sem documento fiscal próprio ou com documento fiscal inidôneo, observado o disposto no §
1º; ou
X - o terceiro de que trata o art. 6º, conjuntamente com o respectivo contribuinte ou responsável.
XI - o estabelecimento que funcionar como recinto alfandegado, relativamente à mercadoria de
terceiro que armazenar em situação irregular. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
XII - no caso de cisão de pessoa jurídica: (Lei 16.234/2017)
a) as sociedades que receberem parcelas do patrimônio da pessoa jurídica extinta, no caso de
cisão total; e (Lei 16.234/2017)
b) a sociedade cindida e a sociedade que absorver parcela do seu patrimônio, no caso de cisão
parcial; e (Lei 16.234/2017)
XIII - o administrador da sociedade, independentemente de participação no capital social, no caso
de dissolução irregular da sociedade. (Lei 16.234/2017)
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§ 1º O locador de que trata o inciso IX do caput responde solidariamente pelas demais obrigações
tributárias, ali não mencionadas, do contribuinte locatário, inclusive débito decorrente de processo
administrativo-tributário, relativamente à sistemática de armazenagem prevista no referido inciso.
§ 2º A solidariedade prevista neste artigo não comporta benefício de ordem.
CAPÍTULO III
DA NÃO INCIDÊNCIA DO IMPOSTO
Art. 8º O imposto não incide sobre:
I - operações com livros, jornais, periódicos e o papel destinado à sua impressão, observado o
disposto no §1º;
II - operações e prestações que destinem ao exterior mercadorias, inclusive produtos primários e
produtos industrializados semielaborados, ou serviços, equiparando-se às referidas operações a saída de
mercadoria realizada com o fim específico de exportação para o exterior, quando destinada a:
a) empresa comercial exportadora, inclusive trading ou outro estabelecimento da mesma
empresa; ou
b) armazém alfandegado ou entreposto aduaneiro;
III - operações interestaduais relativas a energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, quando destinados à industrialização ou à
comercialização;
IV - operações com ouro, quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial,
observado o disposto no § 2º;
V - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de propriedade de
estabelecimento industrial, comercial ou de outra espécie;
VI - operações decorrentes de alienação fiduciária em garantia, inclusive a operação efetuada
pelo credor em decorrência do inadimplemento do devedor;
VII - operações de arrendamento mercantil, não compreendida a venda do bem arrendado ao
arrendatário;
VIII - operações de qualquer natureza de que decorra a transferência de bens móveis salvados de
sinistro para:
a) companhias seguradoras; ou
b) qualquer destinatário, desde que a saída seja efetuada por companhias seguradoras;
IX - operações com fonogramas ou videofonogramas musicais, produzidos no Brasil, contendo
obras musicais ou literomusicais de autores brasileiros ou obras em geral interpretadas por artistas
brasileiros, bem como os suportes materiais ou arquivos digitais que os contenham, salvo na etapa de
replicação industrial de mídias ópticas de leitura a laser;
X - operações internas de remessa e retorno de mercadoria entre armazém-geral ou depósito
fechado e o respectivo estabelecimento remetente;
XI - prestações de serviço de transporte aéreo:
a) intermunicipal, interestadual ou internacional de passageiros; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir
de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
intermunicipal ou interestadual de passageiros; ou
b) REVOGADO (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
b) internacional de cargas; e
XII - operações relativas à saída de bem do ativo permanente de estabelecimento do contribuinte,
desde que tenham decorrido mais de 12 (doze) meses da entrada do mencionado bem.
XIII - retorno de mercadoria que tenha sido remetida ao exterior sob o regime aduaneiro especial
de exportação temporária, previsto na respectiva legislação federal, mesmo que incorporada a outro
produto. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º Para os efeitos do inciso I do caput:
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I - não se considera livro:
a) aqueles em branco ou simplesmente quadriculados ou pautados, bem como os de uso
comercial ou riscados para escrituração de qualquer natureza; e
b) as agendas e similares; e
II - a destinação do papel ali referida deve ser comprovada nos termos de decreto do Poder
Executivo.
§ 2º Para os efeitos do inciso IV do caput, o ouro deve ter a sua origem identificada.
§ 3º Para os efeitos do disposto no inciso XI do caput, a não incidência ali prevista também se
aplica ao transporte internacional de carga, realizado por empresa aérea brasileira, enquanto
persistirem os convênios que concedem isenção a empresas estrangeiras. (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
§ 4º Equipara-se às operações de que trata o inciso II do caput, para os efeitos fiscais previstos
na legislação vigente, a saída de mercadoria com destino ao uso ou consumo de bordo, em embarcação
ou aeronave exclusivamente em tráfego internacional com destino ao exterior, observadas as
disposições, condições e requisitos previstos em Convênio ICMS celebrado no âmbito do CONFAZ. (Lei
18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
CAPÍTULO IV
DA ISENÇÃO DO IMPOSTO
Art. 9º São isentas do imposto as operações e prestações definidas em legislação específica.
CAPÍTULO V
DA SUSPENSÃO DO IMPOSTO
Art. 10. Fica suspensa a exigência do imposto nas hipóteses definidas em legislação específica.
§ 1º Para fins deste artigo, suspensão da exigência do imposto é a situação jurídica na qual
deixa-se de exigir o imposto em relação à saída da mercadoria de um estabelecimento para outro, até o
momento do retorno ao remetente.
§ 2º Interrompe-se a suspensão quando:
I - não ocorrer o retorno da mercadoria;
II - vencer o prazo do retorno sem que a mercadoria retorne, se for o caso; ou
III - ocorrer a saída da mercadoria do destinatário para estabelecimento diverso do remetente,
exceto nas hipóteses previstas na legislação tributária.
§ 3º Ocorrendo a interrupção de que trata o § 2º, o imposto é devido pelo estabelecimento
remetente da mercadoria.
CAPÍTULO VI
DO DIFERIMENTO DO IMPOSTO
Art. 11. Fica diferido o recolhimento do imposto nas operações e prestações definidas em
legislação específica, observando-se: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
Art. 11. Fica diferido o recolhimento do imposto nas operações e prestações
definidas em legislação específica.
I - salvo disposição em contrário, o mencionado recolhimento deve ser efetuado pelo adquirente
da mercadoria, quando da saída subsequente; (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - salvo disposição em contrário, deve ser efetuado pelo adquirente da
mercadoria, quando da saída subsequente, considerando-se, na hipótese de saída
tributada integralmente, o imposto diferido incluído no imposto relativo à mencionada
saída; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II – REVOGADO (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
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II - o diferimento estende-se às seguintes saídas, desde que as mercadorias
permaneçam neste Estado, hipótese em que o imposto diferido deve ser recolhido
quando da saída subsequente: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) REVOGADO (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
a) transferência de propriedade de estabelecimento nos termos do inciso V do
art. 8º; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) REVOGADO (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
b) transferência de ativo imobilizado dentro do Estado, desde que tenham
decorrido até 12 (doze) meses da entrada do mencionado bem. (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
III - o imposto diferido está incluído no ICMS: (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) relativo à saída subsequente de que trata o inciso I, na hipótese de a mencionada saída ser
tributada integralmente; ou (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) devido pelo contratante, na hipótese de subcontratação de serviço de transporte, desde que a
prestação de serviço realizada pelo contratante seja tributada integralmente; e (Lei 15.997/2017 – Efeitos
a partir de 1°.04.2017)
IV - na hipótese de a saída subsequente, de que trata o inciso I, bem como de a prestação
realizada pelo contratante, mencionada na alínea “b” do inciso III, serem contempladas com redução de
base de cálculo ou de alíquota, isenção ou não incidência, o imposto diferido deve ser recolhido em DAE
específico, observado o disposto no art. 11-A. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º Diferimento é a categoria tributária por meio da qual o momento do recolhimento do imposto
devido na operação ou prestação é transferido para outro indicado na legislação tributária.
§ 2º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso da operação ou da
prestação, subordinadas a este regime, antes do momento fixado para o recolhimento do imposto
diferido, em especial a saída interna para consumidor final e a interestadual para qualquer destinatário,
observado o disposto no § 4º. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
§ 2º Interrompe o diferimento a ocorrência de qualquer fato que altere o curso
da operação ou da prestação, subordinada a este regime, antes do momento fixado
para recolhimento do imposto diferido.
§ 3º Quando o imposto diferido for recolhido por contribuinte distinto daquele que tenha realizado
o respectivo fato gerador: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
§ 3º Quando o imposto diferido for recolhido por contribuinte distinto daquele
que tenha realizado o respectivo fato gerador, aplicam-se, no que couber, as regras
relativas à substituição tributária referentes às operações antecedentes.
I - aplicam-se as regras relativas à substituição tributária referentes às operações ou prestações,
antecedentes ou concomitantes, conforme a hipótese; e (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - aplicam-se, no que couber, as regras relativas à substituição tributária
referentes às operações antecedentes; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
II - a aplicabilidade do diferimento é obrigatória. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 4º Não ocorre a interrupção de que trata o § 2º, na hipótese de saída com destino à UF
signatária de Convênio ou Protocolo ICMS, celebrado no âmbito do CONFAZ, que discipline o referido
diferimento. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Art. 11-A. Fica concedido benefício fiscal de isenção do imposto cujo recolhimento foi diferido nos
termos do art. 11, quando a saída subsequente for contemplada com redução de base de cálculo ou de
alíquota, isenção ou não incidência, com manutenção de crédito, salvo disposição em contrário da
legislação específica. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Parágrafo único. Conforme previsto na cláusula décima do Convênio ICMS 190/2017, o termo
final máximo para fruição do benefício de que trata o caput, considerando a natureza do
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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estabelecimento que promova a mencionada saída, é: (Lei 17.118/2020 - efeitos a partir de 31.12.2018)
I - 31 de dezembro de 2032, quando se tratar de estabelecimento produtor ou industrial; ou (Lei
17.118/2020 - efeitos a partir de 31.12.2018;
II - 31 de dezembro de 2032, quando se tratar de estabelecimento comercial, observado, a partir
de 1º de janeiro de 2029, o disposto no § 5º da referida cláusula. (Lei 17.914/2022)
Redação anterior, efeitos até 18.08.2022
II - 31 de dezembro de 2022, quando se tratar de estabelecimento comercial.
(Lei 17.118/2020 - efeitos a partir de 31.12.2018)
CAPÍTULO VII
DO CÁLCULO DO IMPOSTO
SEÇÃO I
DA BASE DE CÁLCULO
Art. 12. A base de cálculo do imposto é:
I - na saída de mercadoria prevista nos incisos I, III e IV do art. 2º, o valor da operação,
observado o disposto nos §§ 3º, 8º, 10, 13 e 15; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - na saída de mercadoria prevista nos incisos I, III e IV do art. 2º, o valor da
operação, observado o disposto nos §§ 3º, 8º e 10;
II - no fornecimento de alimentação, bebidas e outras mercadorias por qualquer estabelecimento,
o valor da operação, compreendendo mercadoria e serviço, observado o disposto no § 12;
III - na prestação de serviço de transporte interestadual e intermunicipal, o preço do serviço;
IV - na prestação de serviço de comunicação, o preço do serviço, observado o disposto no § 9º;
V - no fornecimento de mercadoria com prestação de serviço, observado o disposto no § 12,
quando o serviço:
a) não estiver compreendido na competência tributária dos Municípios, o valor da operação,
compreendendo mercadoria e serviço; ou
b) estiver compreendido na competência tributária dos Municípios, na hipótese de a lei
complementar aplicável à matéria expressamente sujeitar o fornecimento da mercadoria à incidência do
ICMS, o preço praticado pelo contribuinte nas vendas a varejo da mercadoria fornecida ou empregada;
VI - na hipótese de mercadoria ou bem importados do exterior, a soma das seguintes parcelas:
a) o valor da mercadoria ou bem constante dos documentos de importação, observando-se:
1. o referido valor expresso em moeda estrangeira deve ser convertido em moeda nacional pela
mesma taxa de câmbio utilizada no cálculo do Imposto de Importação, sem qualquer acréscimo ou
devolução posterior, se houver variação da taxa de câmbio até o efetivo pagamento; e
2. o valor fixado pela autoridade aduaneira para base de cálculo do Imposto de Importação, nos
termos da lei aplicável à matéria, deve substituir o preço declarado;
b) o Imposto de Importação;
c) o Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI;
d) o imposto sobre operações de câmbio;
e) o valor do ICMS devido na operação; e
f) quaisquer outros impostos, taxas, contribuições e despesas aduaneiras, assim consideradas as
importâncias devidas às repartições alfandegárias;
VII - no recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado ou iniciado no exterior, o valor da
prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os encargos relacionados com a sua utilização,
bem como do valor do ICMS devido na prestação; (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
VII - no recebimento, pelo destinatário, de serviço prestado ou iniciado no
exterior, o valor da prestação do serviço, acrescido, se for o caso, de todos os
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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encargos relacionados com a sua utilização, bem como do valor do ICMS devido na
operação;
VIII - na aquisição, em licitação pública, de mercadoria ou bem, inclusive importados do exterior,
apreendidos ou abandonados, o valor da operação, acrescido dos valores do Imposto de Importação, do
IPI e do ICMS devido na operação, quando for o caso, e de todas as despesas cobradas ou debitadas ao
adquirente;
IX - na entrada, no território deste Estado, de energia elétrica e de petróleo, inclusive lubrificante
ou combustível líquido ou gasoso dele derivados, oriundos de outra UF, quando não destinados à
industrialização ou à comercialização, o valor da operação de que decorrer a entrada, observado o
disposto no § 10;
X - na hipótese de utilização de serviço com prestação iniciada em outra UF, que não esteja
vinculada a operação ou prestação subsequente, o valor obtido nos seguintes termos: (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
X - na hipótese de utilização de serviço com prestação iniciada em outra UF,
que não esteja vinculada a operação ou prestação subsequente, o valor da prestação
na UF de origem;
a) do valor da prestação na UF de origem, exclui-se o respectivo ICMS; e (Lei 15.954/2016 – efeitos
a partir de 1°.04.2017)
b) ao valor encontrado na forma da alínea “a”, inclui-se o montante equivalente ao imposto
devido na prestação interna, nos termos do § 1º. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
XI - na hipótese de aquisição de mercadoria em outra UF, para integração ao ativo permanente,
uso ou consumo do próprio adquirente, o valor obtido nos seguintes termos: (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
XI - na hipótese de aquisição de mercadoria em outra UF, para integração ao
ativo permanente, uso ou consumo do próprio adquirente, o valor da operação na UF
de origem, observado o disposto no § 10; e
a) do valor da operação na UF de origem, exclui-se o respectivo ICMS; e (Lei 15.954/2016 – efeitos
a partir de 1°.04.2017)
b) ao valor encontrado na forma da alínea “a”, inclui-se o montante equivalente ao imposto
devido na operação interna, nos termos do § 1º, observado o disposto no § 10; e (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
XII - nas prestações sem determinação de preço, o preço corrente do serviço, observado o
disposto no § 4º.
XIII - nas hipóteses dos incisos XIV e XV do art. 2º: (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
a) o valor da operação ou prestação no Estado de origem, para o cálculo do imposto devido a
esse Estado; e (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
b) o valor da operação ou prestação no Estado de destino, para o cálculo do imposto devido a
esse Estado; e (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
XIV - nas hipóteses dos incisos XVI e XVII do art. 2º, o valor da operação ou o preço do serviço,
para o cálculo do imposto devido ao Estado de origem e ao de destino. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir
de 5.1.2022)
§ 1º Integram a base de cálculo do imposto, inclusive nas hipóteses dos incisos VI, XII e XIV: (Lei
17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
§ 1º Integram a base de cálculo do imposto:
I - o valor do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera indicação para fim de
controle, observando-se que, nas hipóteses dos §§ 13 e 15, o referido imposto é aquele relativo à
operação ou à prestação internas na UF de destino da mercadoria ou serviço; e (Lei 15.954/2016 – efeitos
a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - o valor do próprio imposto, constituindo o respectivo destaque mera
indicação para fim de controle; e
II - o valor correspondente a:
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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a) seguro, juro e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem como descontos
concedidos sob condição, como tais entendidos os que estiverem subordinados a eventos futuros e
incertos, observado o disposto no § 17; e (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
a) seguro, juro e demais importâncias pagas, recebidas ou debitadas, bem
como descontos concedidos sob condição, como tais entendidos os que estiverem
subordinados a eventos futuros e incertos; e
Parte 3
b) frete, caso o transporte seja efetuado pelo próprio remetente ou por sua conta e ordem e seja
cobrado em separado.
§ 2º Não integra a base de cálculo do ICMS o valor do IPI, quando a operação, realizada entre
contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização, configurar fato
gerador de ambos os impostos.
§ 3º Na saída de mercadoria com destino a estabelecimento pertencente ao mesmo titular do
remetente, considera-se valor da operação, para efeito da determinação da base de cálculo prevista no
inciso I do caput:
I - o correspondente à entrada mais recente da mercadoria;
II - o custo da mercadoria produzida, assim entendido a soma do custo da matéria-prima,
material secundário, mão-de-obra e acondicionamento; ou
III - tratando-se de mercadoria não industrializada, o preço corrente no mercado atacadista.
§ 4º Para os efeitos desta Lei, preço corrente é a média dos preços praticados no mercado local
ou, na sua falta, no regional do estabelecimento que realizou a operação ou a prestação.
§ 5º Nas operações ou prestações interestaduais entre estabelecimentos que não pertençam ao
mesmo titular, caso haja reajuste do respectivo valor depois da remessa ou da prestação, a diferença
fica sujeita ao imposto no estabelecimento do remetente ou do prestador.
§ 6º Quando o preço declarado pelo contribuinte for inferior ao de mercado, a base de cálculo
pode ser determinada pela autoridade administrativa, mediante ato normativo, ressalvados os
descontos incondicionais, observando-se que o mencionado preço de mercado é, segundo a ordem:
I - na hipótese de produto tabelado ou com preço máximo de venda, aquele fixado pela
autoridade competente, ou pelo fabricante, o respectivo preço;
II - o valor constante em publicações ou correspondência oficial de órgãos ou entidades privadas;
ou
III - o valor mínimo entre os coletados nas regiões fiscais do Estado.
§ 7º Relativamente ao disposto no § 6º, observa-se:
I - quando o valor da operação ou prestação for superior ao fixado no mencionado ato, deve
prevalecer aquele como valor da base de cálculo; (Lei 15.997/2017 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - quando o valor da operação for superior ao fixado no mencionado ato, deve
prevalecer aquele como valor da base de cálculo;
II - quando o valor da operação ou prestação for inferior ao fixado no mencionado ato, havendo
discordância do contribuinte, a ele cabe comprovar o valor que tenha indicado para a operação ou
prestação; e (Lei 15.997/2017 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
II - quando o valor da operação for inferior ao fixado no mencionado ato,
havendo discordância do contribuinte, a ele cabe comprovar o valor que tenha
indicado para a operação; e
III - efetivada a comprovação prevista no inciso II, o valor real da operação ou prestação
prevalece como base de cálculo do imposto, devendo-se proceder às correções que se fizerem
necessárias. (Lei 15.997/2017 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
III - efetivada a comprovação prevista no inciso II, o valor real da operação
prevalece como base de cálculo do imposto, devendo-se proceder às correções que
se fizerem necessárias.
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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§ 8º Na industrialização efetuada por encomenda de outro estabelecimento, o valor da operação,
de que trata o inciso I do caput, é:
I - aquele cobrado, a qualquer título, pelo estabelecimento industrializador ao estabelecimento
encomendante, quando a mercadoria for recebida sem imposto destacado no respectivo documento
fiscal, nas hipóteses legalmente admitidas; ou
II - o valor total, incluído o da mercadoria recebida e aquele cobrado, a qualquer título, pelo
estabelecimento industrializador ao estabelecimento encomendante, quando a mercadoria for recebida
com imposto destacado no respectivo documento fiscal.
§ 9º A prestação de serviço de comunicação de que trata o inciso IV do caput inclui:
I - a cessão onerosa de meios das redes públicas de telecomunicações, nos casos em que a
cessionária utilizar tais meios para prestar serviços públicos de telecomunicação a seus usuários; e
II - a correspondente assinatura, independentemente da denominação que lhe seja dada no
respectivo contrato ou documento fiscal.
§ 10. Na falta do valor a que se referem os incisos I, IX e XI do caput, a base de cálculo do
imposto é:
I - o preço corrente da mercadoria ou de seu similar, no mercado atacadista, caso o remetente
seja produtor, extrator ou gerador, inclusive de energia, observado o disposto no § 4º;
II - o preço free on board - FOB do estabelecimento industrial à vista, caso o remetente seja
industrial; e
III - caso o remetente seja comerciante:
a) o preço FOB do estabelecimento comercial à vista, na venda a outros comerciantes ou
industriais; ou
b) 75% (setenta e cinco por cento) do preço praticado pelo remetente nas vendas da mercadoria
no varejo, se não houver vendas anteriores da referida mercadoria a outros comerciantes ou industriais.
§ 11. Para aplicação do disposto nos incisos II e III do § 10, adota-se sucessivamente:
I - o preço efetivamente cobrado pelo estabelecimento remetente na operação mais recente; e
II - caso o remetente não tenha efetuado venda de mercadoria, o preço corrente da mercadoria
ou de seu similar no mercado atacadista.
§ 12. Na falta do valor de que tratam os incisos II e V do caput, a base de cálculo do imposto é:
I - o preço corrente da mercadoria fornecida conjuntamente com o respectivo serviço, nas
hipóteses do inciso II e da alínea “a” do inciso V; e
II - o preço corrente da mercadoria no mercado varejista, na hipótese da alínea “b” do inciso V.
§ 13. REVOGADO (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
§ 13. A base de cálculo prevista no inciso I do caput utiliza-se inclusive na
hipótese de ocorrência do fato gerador do imposto mencionado no § 4º do art. 2º.
(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 14. Na hipótese prevista no inciso VI do caput, quando a mencionada operação de importação
for relativa ao retorno de mercadoria ou bem remetidos para conserto ou industrialização efetuada por
encomenda de outro estabelecimento, em outro país: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - deve ser observada a não incidência do imposto, nos termos do inciso XIII do art. 8º; e (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - o valor de que trata a alínea “a” do mencionado inciso VI é: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
a) o valor da mercadoria empregada, quando se tratar de conserto ou reparo; ou (Lei 15.954/2016
– efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) o valor cobrado, a qualquer título, pelo estabelecimento industrializador ao estabelecimento
encomendante, quando se tratar de industrialização por encomenda. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
§ 15. O disposto no inciso I do caput aplica-se inclusive na hipótese de saída interestadual
destinada a consumidor final não contribuinte do imposto. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 16. Relativamente à base de cálculo prevista na alínea “b” do inciso V do caput, quando o
fornecimento da mercadoria ali mencionado for decorrente de substituição de peça, sob garantia
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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contratual do fabricante, a referida base de cálculo deve ser o preço cobrado do fabricante pela peça
nova em substituição à defeituosa. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 17. Relativamente às importâncias pagas, mencionadas na alínea “a” do inciso II do § 1º, na
hipótese de acréscimo financeiro não cobrado pelo sujeito passivo no momento da ocorrência do
respectivo fato gerador e decorrente de fator superveniente, a referida importância deve ser tributada
no período fiscal em que for cobrada do destinatário da mercadoria ou serviço. (Lei 15.997/2017 – Efeitos
a partir de 1°.04.2017)
§ 18. Relativamente ao disposto no inciso II do § 3º, nas operações internas de transferência
realizadas entre estabelecimento industrial beneficiado com incentivos ou benefícios fiscais e aquele que
promova a distribuição dos respectivos produtos industrializados, pode ser utilizado como base de
cálculo do imposto, referente aos mencionados produtos incentivados, valor diferente do custo de
fabricação, limitado ao preço praticado no distribuidor, devendo ser observado ainda o seguinte: (Lei
16.234/2017)
I - a referida utilização não pode resultar: (Lei 16.234/2017)
a) aproveitamento do incentivo acima dos limites legais, devendo ser ajustada a base de cálculo,
ao final do período fiscal, de tal forma que o valor praticado na transferência resulte em débito
equivalente àquele praticado pelo estabelecimento distribuidor na operação seguinte, observada a carga
tributária da respectiva operação interna ou interestadual, conforme o caso; e (Lei 16.234/2017)
b) saldo credor no estabelecimento distribuidor, decorrente da utilização, pelo estabelecimento
remetente, de base de cálculo superior ao preço de custo; e (Lei 16.234/2017)
II - o Poder Executivo pode editar norma complementar definindo procedimentos adicionais a
serem adotados para efeito da utilização da regra prevista neste parágrafo. (Lei 16.234/2017)
§ 19. Para os efeitos do inciso XIII, deve-se utilizar: (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
I - a alíquota prevista para a operação ou prestação interestadual, para estabelecer a base de
cálculo da operação ou da prestação no Estado de origem; e (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
II - a alíquota prevista para a operação ou prestação interna, para estabelecer a base de cálculo
da operação ou prestação no Estado de destino. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
§ 20. Para os efeitos do inciso XIV, deve-se utilizar a alíquota prevista para a operação ou
prestação interna no Estado de destino para estabelecer a base de cálculo da operação ou da prestação.
(Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Art. 13. Quando o valor do frete, cobrado por estabelecimento pertencente ao mesmo titular do
remetente da mercadoria ou por outro estabelecimento de empresa que com aquele mantenha relação
de interdependência, exceder os níveis normais de preços em vigor, no mercado local, para serviço
semelhante, constantes de tabelas elaboradas pelos órgãos competentes, o valor excedente deve ser
considerado como parte do preço da mercadoria.
Parágrafo único. Para efeito desta Lei, são interdependentes duas empresas quando:
I - uma delas, por si, seus sócios ou acionistas, bem como respectivos cônjuges ou filhos
menores, for titular de mais de 50% (cinquenta por cento) do capital da outra;
II - uma mesma pessoa fizer parte de ambas, na qualidade de diretor ou sócio com função de
gerência, ainda que exercidas sob outra denominação; ou
III - uma delas locar ou transferir à outra, a qualquer título, veículo destinado ao transporte de
mercadoria.
SUBSEÇÃO I
DA REDUÇÃO DE BASE DE CÁLCULO
Art. 14. Concede-se o benefício fiscal de redução da base de cálculo do ICMS, nas hipóteses
definidas em legislação específica.
SEÇÃO II
DA ALÍQUOTA
Art. 15. Nas operações e prestações internas ou de importação, não sujeitas ao adicional previsto
na Lei nº 12.523, de 30 de dezembro de 2003, que institui o Fundo Estadual de Combate e Erradicação
da Pobreza - FECEP, as alíquotas do imposto são: (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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Art. 15. Nas operações e prestações internas ou de importação as alíquotas do
imposto são:
I – REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
I - na prestação de serviço de comunicação:
a) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
a) até 31 de dezembro de 2023, 30% (trinta por cento); e (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
a) até 31 de dezembro de 2019, 30% (trinta por cento); e
b) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
b) a partir de 1º de janeiro de 2024, 28% (vinte e oito por cento); (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, 28% (vinte e oito por cento);
II - REVOGADO (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1°.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
II - quando se tratar de operação com produto relacionado na Lei nº 12.523,
de 30 de dezembro de 2003, que institui o Fundo Estadual de Combate e Erradicação
da Pobreza - FECEP, nos termos do Anexo 1, com a correspondente classificação na
NBM/SH observado o disposto no parágrafo único:
a) REVOGADO (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1°.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
a) até 31 de dezembro de 2019, 29% (vinte e nove por cento) ou 27% (vinte e
sete por cento), conforme a hipótese; e
b) REVOGADO (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1°.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, 27% (vinte e sete por cento);
III - 25% (vinte e cinco por cento):
a) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
a) na operação relativa ao fornecimento de energia elétrica; e
b) na operação com mercadoria relacionada com a correspondente classificação na NCM, nos
termos do Anexo 2; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
b) na operação com produto relacionado com a correspondente classificação na
NBM/SH, nos termos do Anexo 2;
IV - na operação com álcool não combustível, destinado à utilização no processo de
industrialização, classificado nas posições 2207 e 2208 da NCM: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.06.2023)
Redação anterior, efeitos até 31.05.2023:
IV - na operação com álcool não combustível, destinado à utilização no
processo de industrialização, classificado nas posições 2207 e 2208 da NBM/SH ou
com álcool anidro, para fins combustíveis, classificado na posição 2207 da NBM/SH:
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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IV - na operação com álcool não combustível, destinado à utilização no
processo de industrialização, classificado nas posições 2207 e 2208 da NBM/SH ou
com álcool anidro ou hidratado, para fins combustíveis, classificado na posição 2207
da NBM/SH:
a) 23% (vinte e três por cento); (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
a)até 31 de dezembro de 2019, 23% (vinte e três por cento); e
b) REVOGADO (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1°.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, 25% (vinte e cinco por cento);
V - 12% (doze por cento):
a) na operação com trigo, farinha de trigo, inclusive pré-mistura e pão;
b) na prestação de serviço de transporte aéreo; e
c) REVOGADO (Lei 15.997/2017 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
c) na operação com produto de informática relacionado com a correspondente
classificação na NBM/SH, nos termos do Anexo 3;
VI - 7% (sete por cento):
a) REVOGADO (Lei 15.997/2017 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
a) na operação com produto de informática relacionado com a correspondente
classificação na NBM/SH, nos termos do Anexo 4; e
b) na operação com gipsita, gesso e derivados, relacionados com a correspondente classificação
na NCM, nos termos do Anexo 5; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
b) na operação com gipsita, gesso e derivados, relacionados com a
correspondente classificação na NBM/SH, nos termos do Anexo 5; e
c) na operação com óleo combustível, tipo bunker, classificado no código 2710.19.22 da NCM; (Lei
18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Redação anterior, efeitos até 30.04.2023:
c) na operação com óleo diesel marítimo e óleo combustível, tipo bunker,
classificados, respectivamente, nos códigos 2710.19.21 e 2710.19.22 da NBM/SH;
(Lei 17.127/2020)
VII - 20,5% (vinte vírgula cinco por cento), nas demais hipóteses não relacionadas nos incisos III
a VI e IX ou no art. 18-A; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
VII - nas demais hipóteses não relacionadas nos incisos I a VI e VIII ou no art.
18-A: (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
VII - nas hipóteses não relacionadas nos demais incisos:
a) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
a) até 31 de dezembro de 2023, 18% (dezoito por cento); (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
a) até 31 de dezembro de 2019, 18% (dezoito por cento); e
b) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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b) a partir de 1º de janeiro de 2024, 17% (dezessete por cento). (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, 17% (dezessete por cento).
VIII - REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Redação anterior, efeitos até 30.04.2023:
VIII - 16% (dezesseis por cento), na operação com óleo diesel não relacionado
na alínea “c” do inciso VI. (Lei 17.127/2020)
Redação anterior, efeitos até 18.12.2020:
VIII - 16% (dezesseis por cento), na operação com óleo diesel. (Lei 16.489/2018
– efeitos a partir de 1º.04.2019)
IX - 17% (dezessete por cento), na importação de mercadoria do exterior realizada por meio de
remessa internacional submetida ao Regime de Tributação Simplificada - RTS, instituído pelo Decreto-
Lei Federal nº 1.804, de 3 de setembro de 1980, observado o disposto no § 2º deste artigo e no § 3º do
art. 18-A. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Parágrafo único. REVOGADO (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1°.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
Parágrafo único. Nas alíquotas previstas no inciso II do caput, está incluído o
adicional de 2 (dois) pontos percentuais previsto na Lei nº 12.523, de 2003, que
institui o FECEP.
§ 2º À importação realizada nos termos do inciso IX do caput não se aplicam quaisquer benefícios
fiscais. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Art. 16. Nas operações e prestações interestaduais, a respectiva alíquota do imposto é:
I - 12% (doze por cento); e
II - 4% (quatro por cento):
a) quando se tratar de serviço de transporte aéreo; e
b) na hipótese de bem ou mercadoria importados do exterior, observado o disposto no § 1º.
§ 1º Relativamente à alíquota prevista na alínea “b” do inciso II do caput, deve-se observar:
I - aplica-se a bem e mercadoria que, após o respectivo desembaraço aduaneiro:
a) não tenham sido submetidos a processo de industrialização; ou
b) se submetidos a qualquer processo de transformação, beneficiamento, montagem,
acondicionamento, reacondicionamento, renovação ou recondicionamento, resultem em mercadoria ou
bem com conteúdo de importação superior a 40% (quarenta por cento), correspondente ao quociente
entre o valor da parcela importada do exterior e o valor total da operação de saída interestadual da
mercadoria ou bem submetido a processo de industrialização; e
II - não se aplica a:
a) bem ou mercadoria que não tenham similar nacional, definidos em lista específica e editada
pelo Conselho de Ministros da Câmara de Comércio Exterior - CAMEX, para os fins da Resolução do
Senado Federal nº 13/2012;
b) bem ou mercadoria produzidos em conformidade com os processos produtivos básicos de que
tratam o Decreto-Lei Federal nº 288, de 28 de fevereiro de 1967, e as Leis Federais nº 8.248, de 23 de
outubro de 1991, nº 8.387, de 30 de dezembro de 1991, nº 10.176, de 11 de janeiro de 2001, e nº
11.484, de 31 de maio de 2007; e
c) gás natural.
III - o disposto na Lei nº 14.946, de 19 de abril de 2013, que trata sobre a inaplicabilidade de
benefícios fiscais do ICMS nas operações interestaduais com bem ou mercadoria sujeitos à alíquota
interestadual de 4% (quatro por cento). (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º REVOGADO (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
§ 2º Relativamente às operações ou prestações que destinem bens ou serviços
a consumidor final localizado em outra UF, observa-se:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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I - cabe à UF da localização do destinatário da mercadoria ou tomador do
serviço o montante do imposto relativo à aplicação do percentual correspondente à
diferença entre a alíquota vigente para a operação ou prestação interna na UF do
destinatário e aquela utilizada na operação ou prestação interestadual sobre a
respectiva base de cálculo, observado o disposto no § 3º; e
II - o recolhimento do imposto de que trata o inciso I deve ser efetuado:
a) pelo adquirente ou tomador, quando contribuinte do imposto; ou
b) pelo remetente ou prestador, quando o adquirente ou tomador não for
contribuinte do ICMS.
§ 3º REVOGADO (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
§ 3º Nos exercícios de 2016 a 2018, na hipótese do § 2º, o montante do
imposto referido no inciso I, quando o adquirente ou tomador não for contribuinte do
ICMS, deve ser partilhado entre este Estado e a UF de destino, cabendo a
Pernambuco, além do valor do imposto relativo à correspondente operação
interestadual, aquele resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o
mencionado montante:
I - em 2016, 60% (sessenta por cento);
II - em 2017, 40% (quarenta por cento); e
III - em 2018, 20% (vinte por cento).
SUBSEÇÃO I
DA REDUÇÃO DE ALÍQUOTA
Art. 17. Concede-se o benefício fiscal de redução da alíquota do ICMS, nas hipóteses definidas
em legislação específica.
§ 1º Considera-se redução de alíquota o benefício fiscal concedido a sujeito passivo do imposto
que importe em adoção de uma alíquota inferior àquela prevista para a operação ou prestação com a
mesma mercadoria ou serviço.
§ 2º Ressalvados os casos previstos na legislação tributária em vigor, a redução de alíquota
implica estorno do crédito relativo às aquisições, proporcional à respectiva redução.
Art. 18. Até os termos finais estabelecidos no art. 6º-A da Lei nº 15.948, de 16 de dezembro de
2016, nas operações a seguir relacionadas, não sujeitas ao adicional previsto na Lei nº 12.523, de
2003, que institui o FECEP, a alíquota do ICMS fica reduzida para os percentuais respectivamente
indicados (Convênio ICMS 190/2017): (Lei 17.118/2020 - efeitos a partir de 31.12.2018)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2018:
Art. 18. Nas operações a seguir relacionadas, não sujeitas ao adicional
previsto na Lei nº 12.523, de 2003, que institui o FECEP, a alíquota do ICMS fica
reduzida para os percentuais respectivamente indicados: (Lei 16.489/2018 – efeitos a
partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
Art. 18. Fica reduzida a alíquota relativa às operações a seguir relacionadas
com os percentuais respectivamente indicados:
I - 12% (doze por cento):
a) operações com veículos automotores novos promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou
importadores, empresas concessionárias ou comerciais atacadistas de veículos automotores, mantido o
crédito fiscal integral relativo à entrada: (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
a) interna ou de importação realizadas com veículo automotor novo
relacionado com a correspondente classificação na NBM/ SH, nos termos do Anexo 6,
promovidas
pelos
estabelecimentos
fabricantes
ou
importadores,
empresas
concessionárias ou comerciais atacadistas de veículos automotores, mantido o crédito
fiscal integral relativo à entrada; e
1. de importação, com as mercadorias relacionadas no Anexo 6, observado o disposto no § 3º; e
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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2. interna, com as mercadorias classificadas nos códigos 8706.00.10 e 8706.00.90 da NCM,
constantes no referido Anexo 6; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
2. interna, com as mercadorias classificadas nos códigos 8706.00.10 e
8706.00.90 da NBM/SH, constantes no referido Anexo 6; e (Lei 16.489/2018 – efeitos a
partir de 1º.04.2019)
b) interna promovida pela empresa concessionária estadual de gás canalizado, com os seguintes
produtos, mantido o crédito fiscal integral relativo à entrada, observado o disposto no § 1º:
1. gás natural veicular - GNV, tendo como destinatários posto revendedor de combustíveis ou
distribuidora de combustíveis, conforme definidos e autorizados pelo órgão federal competente; e
2. gás natural comprimido - GNC, para utilização veicular, com destino a empresa distribuidora de
GNC a granel, conforme definida e autorizada pelo órgão federal competente; e
II - REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Redação anterior, efeitos até 30.04.2023:
II - 8,5% (oito vírgula cinco por cento), interna realizada com óleo diesel
destinado ao consumo na prestação de serviço público de transporte coletivo de
passageiros realizado por empresa que opere em Município que tenha promovido a
regulamentação do referido serviço, observado o disposto no § 2º.
§ 1º O benefício previsto na alínea “b” do inciso I do caput deve ser transferido ao adquirente da
mercadoria, inclusive consumidor final, mediante redução do respectivo preço.
§ 2º A aplicação da alíquota prevista no inciso II do caput:
I - fica condicionada à observância de limites e condições estabelecidos em decreto do Poder
Executivo; e
II - estende-se às saídas de óleo diesel promovidas por refinaria de petróleo ou suas bases,
conforme definidas pelo órgão federal competente, com destino à distribuidora de combustível, desde
que a destinação final do produto seja aquela mencionada no referido inciso.
§ 3º O disposto no item 1 da alínea “a” do inciso I do caput não se aplica a automóveis de
passageiros com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não superior a 1000
cm³, classificados no código 8703.21.00 da NCM: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
§ 3º O disposto no item 1 da alínea “a” do inciso I do caput não se aplica a
automóveis de passageiros com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha,
de cilindrada não superior a 1000 cm³, classificados no código 8703.21.00 da
NBM/SH: (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
I - cujo preço final a consumidor, sugerido pelo importador, seja superior a R$ 50.000,00
(cinquenta mil reais); ou (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
II - inexistindo o valor de que trata o inciso I, cuja base de cálculo do imposto devido por
substituição tributária seja superior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). (Lei 16.489/2018 – efeitos a
partir de 1º.04.2019)
SUBSEÇÃO II
DAS OPERAÇÕES OU PRESTAÇÕES SUJEITAS AO ADICIONAL DE ALÍQUOTA DESTINADO AO
FECEP
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
Art. 18-A. Nas operações ou prestações a seguir indicadas, conforme referidas no inciso I do
artigo 2º da Lei nº 12.523, de 2003, que institui o FECEP, as alíquotas do ICMS são: (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
I - nas operações internas ou de importação com as mercadorias relacionadas no Anexo 1: (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
a) 29% (vinte e nove por cento), 27% (vinte e sete por cento) ou 22,5% (vinte e dois vírgula
cinco por cento), conforme a hipótese; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
a) até 31 de dezembro de 2023, 29% (vinte e nove por cento), 27% (vinte e
sete por cento), 25% (vinte e cinco por cento) ou 20% (vinte por cento), conforme a
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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hipótese; e (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
b) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
b) a partir de 1º de janeiro de 2024, 27% (vinte e sete por cento), 25% (vinte
e cinco por cento) ou 19% (dezenove por cento), conforme a hipótese; e
c) 18% (dezoito por cento), relativamente à cerveja acondicionada em embalagem retornável e
que contenha em sua composição, no mínimo, 20% (vinte por cento) de fécula de mandioca. (Lei
17.111/2020 – efeitos a partir de 1º.01.2021)
d) na operação com AEHC, 15,52% (quinze vírgula cinquenta e dois por cento); e (Lei 18.305/2023
– efeitos a partir de 1º.01.2024)
Parte 4
II - nas operações internas com veículo automotor novo relacionado no Anexo 1-A, com a
correspondente classificação na NCM, promovidas pelos estabelecimentos fabricantes ou importadores,
empresas concessionárias ou comerciais atacadistas de veículos automotores, mantido o crédito fiscal
integral relativo à entrada, 22,5% (vinte e dois vírgula cinco por cento). (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir
de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
II - nas operações internas com veículo automotor novo relacionado no Anexo
1-A,
com
a
correspondente
classificação
na
NBM/SH,
promovidas
pelos
estabelecimentos fabricantes ou importadores, empresas concessionárias ou
comerciais atacadistas de veículos automotores, mantido o crédito fiscal integral
relativo à entrada: (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
a) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
a) até 31 de dezembro de 2023, 20% (vinte por cento); e (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
b) REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
b) a partir de 1º de janeiro de 2024, 19% (dezenove por cento). (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
§ 1º O disposto no inciso II do caput não se aplica a automóveis de passageiros com motor de
pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não superior a 1000 cm³, classificados no
código 8703.21.00 da NCM: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
§ 1º O disposto no inciso II do caput não se aplica a automóveis de
passageiros com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada
não superior a 1000 cm³, classificados no código 8703.21.00 da NBM/SH: (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
I - cujo preço final ao consumidor, sugerido pelo fabricante ou importador, seja igual ou inferior a
R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais); ou (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
II- inexistindo o valor de que trata o inciso I, cuja base de cálculo do imposto devido por
substituição tributária seja igual ou inferior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais). (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
§ 2º Nas alíquotas previstas nos incisos I e II do caput está incluído o adicional de 2 (dois) pontos
percentuais previsto na Lei nº 12.523, de 2003. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
§ 3º As alíquotas previstas neste artigo não se aplicam à importação de mercadoria do exterior
realizada por meio de remessa internacional, nos termos do inciso IX do art. 15. (Lei 18.305/2023 –
efeitos a partir de 1º.11.2023)
Art. 18-B. Nos termos do art. 17, é de 14% (quatorze por cento) a alíquota do ICMS relativo à
importação de veículo automotor novo relacionado no Anexo 1-B, conforme referido na alínea “h” do
inciso I do artigo 2º da Lei nº 12.523, de 2003, promovida pelos estabelecimentos fabricantes ou
importadores, empresas concessionárias ou comerciais atacadistas de veículos automotores, mantido o
crédito fiscal integral relativo à entrada. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
§ 1º O disposto no caput não se aplica a automóveis de passageiros com motor de pistão
alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não superior a 1000 cm³, classificados no código
8703.21.00 da NCM: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
25/67
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
§ 1º O disposto no caput não se aplica a automóveis de passageiros com motor
de pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não superior a 1000 cm³,
classificados no código 8703.21.00 da NBM/SH: (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
I - cujo preço final ao consumidor, sugerido pelo importador, seja igual ou inferior a R$ 50.000,00
(cinquenta mil reais); ou (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
II - inexistindo o valor de que trata o inciso I, cuja base de cálculo do imposto devido por
substituição tributária seja igual ou inferior a R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais); (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
§ 2º Na alíquota prevista no caput, está incluído o adicional de 2 (dois) pontos percentuais
previsto na Lei nº 12.523, de 2003; (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
§ 3º A fruição do benefício de que trata o caput fica limitada a 31 de dezembro de 2032,
conforme previsto no inciso II da cláusula décima do Convênio ICMS 190/2017, observado, a partir de
1º de janeiro de 2029, o disposto em seu § 5º. (Lei 17.914/2022)
Redação anterior, efeitos até 18.08.2022
§ 3º A fruição do benefício de que trata o caput fica limitada a 31 de dezembro
de 2025, conforme previsto no inciso II da cláusula décima do Convênio ICMS
190/2017. (Lei 17.118/2020 - efeitos a partir de 31.12.2018)
CAPÍTULO VIII
DA NÃO CUMULATIVIDADE DO IMPOSTO
Art. 19. O imposto é não cumulativo, compensando-se o que for devido em cada operação ou
prestação a que se refere o art. 1º com o montante cobrado nas anteriores por este Estado ou por outra
UF.
Parágrafo único. O disposto no caput aplica-se inclusive em relação à operação anteriormente
tributada pelo regime de tributação monofásica previsto no art. 40-B. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.05.2023)
SEÇÃO I
DO CRÉDITO FISCAL
Art. 20. REVOGADO (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
Art. 20. Para a compensação a que se refere o art. 19, é assegurado ao sujeito
passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de
que tenha resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento,
inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente, ou o
recebimento de serviços de transporte interestadual ou intermunicipal ou de
comunicação, observando-se:
I - relativamente a energia elétrica:
a) até 31 de dezembro de 2019, a respectiva entrada no estabelecimento
somente dá direito a crédito:
1. quando for objeto de saída de energia elétrica;
2. quando consumida no processo de industrialização; e
3. quando seu consumo resultar em saída ou prestação para o exterior, na
proporção destas sobre as saídas ou prestações totais; e
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, o direito ao crédito referido na alínea “a”
ocorre sem as restrições ali previstas, observado o disposto em decreto do Poder
Executivo;
II - relativamente a serviço de comunicação:
a) até 31 de dezembro de 2019, a respectiva utilização pelo estabelecimento
somente dá direito a crédito:
1. quando tenha sido prestado ao mencionado estabelecimento na execução de
serviços da mesma natureza; ou
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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2. quando sua utilização resultar em saída ou prestação para o exterior, na
proporção desta sobre as saídas ou prestações totais; e
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, o direito ao crédito referido na alínea “a”
ocorre sem as restrições ali previstas, observado o disposto em decreto do Poder
Executivo; e
III - relativamente a mercadoria destinada a uso ou consumo do
estabelecimento adquirente, o mencionado direito ao crédito ocorre a partir de 1º de
janeiro de 2020.
§ 1º Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de
serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas ou que se
refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento.
§ 2º Salvo prova em contrário, presumem-se alheios à atividade do
estabelecimento os veículos de transporte pessoal e as aquisições para o ativo
permanente-investimento.
§ 3º Na hipótese de cálculo do imposto em desacordo com as normas legais de
incidência, se for comprovado cálculo a maior, somente é admitido o crédito do valor
do imposto legalmente exigido.
§ 4º O direito a crédito, para efeito de compensação com débito do imposto,
reconhecido ao estabelecimento que tenha recebido mercadoria ou para o qual tenha
sido prestado serviço, está condicionado à idoneidade do respectivo documento fiscal
e, se for o caso, à escrituração nos prazos e condições estabelecidos na legislação
tributária.
§ 5º O direito a utilizar o crédito extingue-se depois de decorridos 5 (cinco)
anos contados da data de emissão do correspondente documento fiscal.
§ 6º É vedado o crédito relativo à mercadoria que tenha entrado no
estabelecimento ou à prestação de serviço por ele tomada, observado o disposto nos
§§ 8º e 10:
I - para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção
rural, quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do
imposto, bem como quando a referida operação for beneficiada com redução de
alíquota ou de base de cálculo, hipótese em que a vedação ao crédito é proporcional
à mencionada redução; ou
II - para comercialização ou prestação de serviço, quando a operação ou a
prestação subsequente não for tributada ou estiver isenta do imposto, bem como
quando a referida operação ou prestação for beneficiada com redução de alíquota ou
de base de cálculo, hipótese em que a vedação ao crédito é proporcional à
mencionada redução.
§ 7º Considera-se redução da base de cálculo, para efeito do previsto no § 6º:
I - a saída da mercadoria com valor inferior àqueles previstos no § 3º do art.
12, conforme a hipótese; ou
II - a prestação de serviço com valor inferior ao respectivo custo.
§ 8º A vedação prevista no § 6º não se aplica quando a operação ou a
prestação subsequente ali mencionada tratar-se de saída para o exterior ou de
crédito relativo à aquisição de papel destinado à impressão de livros, jornais e
periódicos.
§ 9º O sujeito passivo deve efetuar o estorno do imposto de que se tiver
creditado:
I - nas hipóteses previstas no § 6º, quando a operação ou a prestação
subsequente ali mencionada for imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da
utilização do serviço; ou
II - sempre que o serviço tomado ou a mercadoria que tenha entrado no
estabelecimento:
a) venha a ser utilizada em fim alheio à atividade do estabelecimento; ou
b) venha a perecer, deteriorar-se ou extraviar-se.
§ 10. A vedação prevista no § 6º aplica-se inclusive na hipótese de o
contribuinte utilizar-se de crédito presumido ou outra forma de crédito prevista na
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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legislação tributária estadual.
§ 11. O crédito fiscal não utilizado ou estornado em decorrência de qualquer
causa impeditiva pode ser utilizado quando as operações ou as prestações
posteriores às respectivas entrada da mercadoria ou utilização do serviço, realizadas
pelo mesmo contribuinte, ficarem sujeitas ao imposto.
§ 12. O estabelecimento que praticar operações tributadas, posteriores àquelas
de que trata o § 6º, tem o direito a creditar-se do imposto cobrado nas operações
anteriores às isentas ou não tributadas ou do imposto proporcional, no caso de
redução de alíquota ou de base de cálculo, sempre que a saída isenta, não tributada
ou com redução de alíquota ou de base de cálculo seja relativa a:
I - produtos agropecuários; ou
II - outras mercadorias indicadas em decreto do Poder Executivo.
§ 13. O Poder Executivo, mediante decreto, pode dispor que não se aplique, no
todo ou em parte, a vedação prevista no § 6º, desde que estabelecida em Convênio
ICMS celebrado entre UFs no âmbito do CONFAZ, conforme o disposto em legislação
específica.
SUBSEÇÃO I
DO DIREITO AO CRÉDITO FISCAL
Art. 20-A. Para a compensação a que se refere o art. 19, é assegurado ao sujeito passivo o
direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a
entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, inclusive a destinada ao seu uso ou
consumo ou ao ativo permanente, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual ou
intermunicipal ou de comunicação, observando-se: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - relativamente a energia elétrica: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) até 31 de dezembro de 2032, a respectiva entrada no estabelecimento somente dá direito a
crédito: (Lei 17.111/2020 – efeitos a partir de 1º.01.2020)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2019:
a) até 31 de dezembro de 2019, a respectiva entrada no estabelecimento
somente dá direito a crédito: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
1. quando for objeto de saída de energia elétrica; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
2. quando consumida no processo de industrialização; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
3. quando seu consumo resultar em saída ou prestação para o exterior, na proporção destas
sobre as saídas ou prestações totais; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) a partir de 1º de janeiro de 2033, o direito ao crédito referido na alínea “a” ocorre sem as
restrições ali previstas, observado o disposto em decreto do Poder Executivo; (Lei 17.111/2020 – efeitos a
partir de 1º.01.2020)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2019:
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, o direito ao crédito referido na alínea “a”
ocorre sem as restrições ali previstas, observado o disposto em decreto do Poder
Executivo; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - relativamente a serviço de comunicação: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) até 31 de dezembro de 2032, a respectiva utilização pelo estabelecimento somente dá direito a
crédito: (Lei 17.111/2020 – efeitos a partir de 1º.01.2020)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2019:
a) até 31 de dezembro de 2019, a respectiva utilização pelo estabelecimento
somente dá direito a crédito: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
1. quando tenha sido prestado ao mencionado estabelecimento na execução de serviços da
mesma natureza; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
2. quando sua utilização resultar em saída ou prestação para o exterior, na proporção desta sobre
as saídas ou prestações totais; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) a partir de 1º de janeiro de 2033, o direito ao crédito referido na alínea “a” ocorre sem as
restrições ali previstas, observado o disposto em decreto do Poder Executivo; e (Lei 17.111/2020 – efeitos
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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a partir de 1º.01.2020)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2019:
b) a partir de 1º de janeiro de 2020, o direito ao crédito referido na alínea “a”
ocorre sem as restrições ali previstas, observado o disposto em decreto do Poder
Executivo; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
c) o contribuinte deve, para efeito da obtenção do valor do referido crédito: (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
1. demonstrar o critério adotado para a definição do valor obtido; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
2. aplicar o percentual de 70% (setenta por cento) sobre o valor do imposto destacado no
documento fiscal de aquisição do serviço de comunicação, na impossibilidade ou dificuldade de
determinar o valor exato do crédito; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
III - relativamente a mercadoria destinada a uso ou consumo do estabelecimento adquirente, o
mencionado direito ao crédito ocorre a partir de 1º de janeiro de 2033. (Lei 17.111/2020 – efeitos a partir
de 1º.01.2020)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2019:
III - relativamente a mercadoria destinada a uso ou consumo do
estabelecimento adquirente, o mencionado direito ao crédito ocorre a partir de 1º de
janeiro de 2020. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º A utilização intempestiva do crédito fiscal independe de comunicação à Sefaz, observado o
disposto no inciso II do § 4º. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º Considera-se entrada simbólica aquela em que a mercadoria não tenha transitado
fisicamente pelo estabelecimento do sujeito passivo. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 3º Na hipótese de cálculo do imposto, consignado no documento fiscal, em desacordo com as
normas legais de incidência, deve ser observado o seguinte: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
I - se não houver destaque do imposto no documento fiscal, não se admite o crédito, ressalvada a
hipótese em que o não destaque decorra de disposição normativa, observado o disposto no § 5º; (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - se o documento fiscal indicar valor de imposto menor que aquele previsto para a referida
operação ou prestação, deve ser utilizado como crédito o valor destacado no referido documento fiscal,
somente sendo permitida a utilização como crédito do valor restante após a emissão de documento
fiscal de correção, com o complemento do imposto, pelo respectivo fornecedor da mercadoria ou
serviço; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
III - na hipótese de o documento fiscal indicar valor de imposto maior que aquele previsto para a
referida operação ou prestação, somente é admitido o crédito do valor do imposto legalmente exigido,
devendo ser observado o procedimento de escrituração específico previsto na legislação tributária. (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 4º O direito à utilização do crédito fiscal: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - para efeito de compensação com débito do imposto, reconhecido ao estabelecimento que
tenha recebido mercadoria ou para o qual tenha sido prestado serviço, está condicionado à idoneidade
do respectivo documento fiscal e, se for o caso, à respectiva escrituração nos prazos e condições
estabelecidos na legislação tributária; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - extingue-se depois de decorridos 5 (cinco) anos contados da data de emissão do
correspondente documento fiscal; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
III - na hipótese de combustível utilizado por estabelecimento comercial em fogão, forno ou outro
equipamento similar, somente ocorre quando os mencionados bens sejam imprescindíveis à obtenção ou
conservação da mercadoria objeto da comercialização; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
IV - ocorre no momento da entrada física da mercadoria no estabelecimento do adquirente, salvo
quando o negócio jurídico se realizar sem a necessidade de trânsito pelo estabelecimento, nos termos
do § 2º; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
V - aplica-se apenas ao valor do imposto, desprezado qualquer acréscimo; (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
VI - na hipótese de o imposto recolhido pelo contribuinte também constituir-se em crédito fiscal
da apuração normal do ICMS, somente ocorre após o mencionado recolhimento, exceto quando se
tratar de imposto devido por contribuinte-substituto, hipótese em que o crédito fiscal pode ser utilizado
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antecipadamente sob a condição de que o respectivo recolhimento venha a ser efetuado no prazo legal;
(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
VII - na hipótese de estabelecimento adquirente de mercadoria fornecida em processo contínuo,
pode ocorrer no mês do efetivo recebimento da mencionada mercadoria, ainda que o documento fiscal
seja emitido pelo fornecedor no período fiscal subsequente ao referido fornecimento; e (Lei 15.954/2016
– efeitos a partir de 1°.04.2017)
VIII - alcança inclusive o valor relativo: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) ao ICMS correspondente à entrada, real ou simbólica, de serviço ou mercadoria, na condição
de matéria-prima, produto intermediário, embalagem, produto descartável, combustível e lubrificante;
(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) ao imposto correspondente ao total da operação, quando a mercadoria for fornecida com
serviço não compreendido na competência tributária do Município; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
c) a outros créditos, conforme legislação específica. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 5º Salvo disposição em contrário, na hipótese de documento fiscal que não contenha o
destaque do imposto em razão de disposição normativa, o crédito fiscal pode ser utilizado, desde que
observadas as seguintes condições: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - o documento fiscal de aquisição deve indicar o dispositivo normativo da legislação que prevê o
não destaque do imposto; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - o estabelecimento adquirente deve registrar o crédito fiscal correspondente à carga tributária
da operação ou prestação, resultante da utilização da alíquota aplicável para a operação ou prestação
sobre a respectiva base de cálculo, observadas as regras de escrituração previstas na legislação
tributária. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 6º Nas hipóteses dos incisos XVI e XVII do art. 2º, o crédito relativo às operações e prestações
anteriores deve ser deduzido apenas do débito correspondente ao imposto devido à unidade federada
de origem. ((Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Art. 20-B. Não dão direito a crédito a entrada de mercadoria ou a utilização de serviço
resultantes de operação ou prestação isentas ou não tributadas ou relativas a mercadoria ou serviço
alheios à atividade do estabelecimento. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º Salvo prova em contrário, presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos
de transporte pessoal e os bens adquiridos para o ativo permanente-investimento. (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º No conceito de operação ou prestação relativas a mercadoria ou serviço alheios à atividade
do estabelecimento, inclui-se a prática de atividades que, embora realizadas pelo contribuinte, não
estão no campo de incidência do imposto, tais como locação, comodato ou arrendamento mercantil. (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
SUBSEÇÃO II
DA VEDAÇÃO AO CRÉDITO FISCAL
Art. 20-C. É vedado o crédito relativo à mercadoria que tenha entrado no estabelecimento ou à
prestação de serviço tomada, com a finalidade de integração ou consumo em processo de
industrialização ou produção rural, comercialização ou prestação de serviço, quando a operação ou a
prestação subsequente não for tributada ou estiver isenta do imposto, bem como quando a referida
operação ou prestação for beneficiada com redução de alíquota ou de base de cálculo, hipótese em que
a vedação ao crédito é proporcional à mencionada redução. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
§ 1º Considera-se redução da base de cálculo, para efeito do previsto no caput: (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - a saída da mercadoria com valor inferior àqueles previstos no § 3º do art. 12, conforme a
hipótese; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - a prestação de serviço com valor inferior ao respectivo custo. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir
de 1°.04.2017)
§ 2º A vedação prevista no caput: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - aplica-se inclusive na hipótese de o contribuinte utilizar-se de crédito presumido ou outra
forma de crédito prevista na legislação tributária estadual; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
II - não se aplica no caso de: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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a) operação ou prestação subsequente: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
1. com destino ao exterior; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
2. com suspensão ou diferimento do imposto; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) fornecimento de papel destinado à impressão de livro, jornal e periódico; e (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
III - alcança inclusive o valor do imposto relativo a operações ou prestações anteriores: (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) até 31 de dezembro de 2032, na aquisição de mercadorias ou serviços que se destinem a uso
ou consumo do adquirente, assim entendidos aqueles que, utilizados no processo industrial, não sejam
nele consumidos ou não integrem o produto final na condição de elementos indispensáveis à sua
composição; (Lei 17.111/2020 – efeitos a partir de 1º.01.2020)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2019:
a) até 31 de dezembro de 2019, na aquisição de mercadorias ou serviços que
se destinem a uso ou consumo do adquirente, assim entendidos aqueles que,
utilizados no processo industrial, não sejam nele consumidos ou não integrem o
produto final na condição de elementos indispensáveis à sua composição; (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) quando as operações ou prestações subsequentes estejam dispensadas do recolhimento do
imposto em razão de regime de antecipação tributária; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
c) quando as operações ou prestações subsequentes estiverem sujeitas a sistema opcional de
apuração do imposto que implique vedação à utilização dos créditos; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
d) quando o contribuinte adquirente não estiver inscrito no CACEPE, salvo disposição expressa da
legislação; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
e) outras hipóteses previstas na legislação tributária. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
§ 3º O Poder Executivo, mediante decreto, pode dispor sobre a inaplicabilidade, no todo ou em
parte, da vedação prevista no caput, desde que estabelecida em Convênio ICMS celebrado entre UFs no
âmbito do CONFAZ, conforme o disposto em legislação específica. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
SUBSEÇÃO III
DO ESTORNO DO CRÉDITO FISCAL
Art. 20-D. O sujeito passivo deve efetuar o estorno do imposto de que se tiver creditado: (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - nas hipóteses previstas no art. 20-C, quando a operação ou a prestação subsequente ali
mencionada for imprevisível na data da entrada da mercadoria ou da utilização do serviço; ou (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - sempre que o serviço tomado ou a mercadoria que tenha entrado no estabelecimento: (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
a) sejam utilizados em fim alheio à atividade do estabelecimento; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
b) pereça, deteriore-se ou extravie-se. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º Para os efeitos do disposto neste artigo, não se entende como perecimento, deterioração ou
extravio, a quebra de peso ou de quantidade inerente ao processo de produção, comercialização ou
industrialização, até os limites tecnicamente aceitos para a respectiva atividade, estabelecidos
mediante: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - previsão em ato normativo que autorize o percentual e as hipóteses aplicáveis ao evento; ou
(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - autorização da Sefaz, após análise de laudo técnico relativo às perdas inerentes ao
mencionado processo, apresentado pelo contribuinte. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º Na hipótese em que a mercadoria adquirida venha a perecer, deteriorar-se ou extraviar-se
em razão de calamidade pública ou de incêndio no estabelecimento, fica mantido o crédito fiscal, desde
que seja comprovada a ocorrência dos referidos a eventos mediante laudo pericial fornecido pela Polícia
Civil, Corpo de Bombeiros ou órgão público responsável pela defesa civil no Município ou no Estado. (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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§ 3º Quando a mercadoria adquirida ou o serviço recebido resultar em saídas tributadas e não
tributadas pelo imposto, o estorno deve ser proporcional à saída ou à prestação não tributada. (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 4º Na hipótese de estorno efetuado fora do período fiscal de competência, deve ser observado o
seguinte: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
I - o respectivo valor não estornado fica sujeito à aplicação de penalidade por utilização indevida
de crédito fiscal, independentemente de ter resultado em diminuição do recolhimento do imposto,
conforme o disposto em lei específica que trate de infrações e penalidades relativas ao ICMS; e (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - quando resultar em diminuição do recolhimento do imposto, devem ser exigidos os
acréscimos legais cabíveis sobre a respectiva parcela não recolhida, sem prejuízo da aplicação da
penalidade mencionada no inciso I. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Art. 20-E. Sendo impossível determinar a qual aquisição ou prestação corresponde a mercadoria
ou o serviço, considera-se que o imposto a estornar seja relativo à aquisição ou à prestação mais
recente. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º Na hipótese de a quantidade de mercadoria relativa à aquisição mais recente ser inferior à
quantidade de mercadoria objeto do imposto a ser estornado, devem ser tomadas tantas aquisições
quantas bastarem para assegurar a totalidade da mercadoria cuja saída tenha determinado o estorno,
Parte 5
considerando-se da mais recente para a mais antiga. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º Caso o contribuinte não disponha de controles que possibilitem adoção dos critérios aqui
estabelecidos, deve ser efetuado o estorno do imposto considerando-se os valores da última entrada.
(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
SUBSEÇÃO IV
DO CRÉDITO FISCAL NO ENCERRAMENTO DA ATIVIDADE DO
ESTABELECIMENTO OU DE SUCESSÃO
Art. 20-F. Na hipótese de encerramento de atividade do estabelecimento, sem que haja
transferência da mercadoria em estoque ou do crédito fiscal para outro estabelecimento situado neste
Estado, nos termos da legislação tributária, deve ser observado o seguinte: (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
I - deve ser promovida a baixa da mencionada mercadoria, por meio de emissão de documento
fiscal, com finalidade de estorno do correspondente crédito fiscal; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
II - o saldo credor residual, se houver, deve ser cancelado. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
Art. 20-G. No caso de sucessão empresarial, o estoque de mercadorias e o saldo credor são
transferidos para o estabelecimento sucessor, observadas as regras de escrituração fiscal previstas na
legislação tributária. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
SUBSEÇÃO V
DA RECUPERAÇÃO DO CRÉDITO FISCAL
Art. 20-H. O crédito fiscal não utilizado ou estornado em decorrência de qualquer causa
impeditiva pode ser recuperado, quando as operações ou as prestações posteriores à respectiva entrada
da mercadoria ou utilização do serviço, realizadas pelo mesmo contribuinte, ficarem sujeitas ao
imposto. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º A recuperação de que trata o caput pode ocorrer no prazo de 5 (cinco) anos contados da
data de emissão do correspondente documento fiscal e deve considerar a legislação vigente no
momento da ocorrência da situação que a tornou possível, respeitados os respectivos limites previstos
para o crédito em cada situação. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º A recuperação do crédito fiscal se aplica inclusive: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
I - na hipótese de desvio na destinação atribuída à mercadoria que importe alteração das regras
de utilização do crédito fiscal; e (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - na hipótese de estabelecimento que praticar operações ou prestações tributadas, posteriores
àquelas de que trata o art. 20-C, sempre que a mercadoria ou o serviço tenham sido recebidos em
operação ou prestação isenta, não tributada ou com redução de alíquota ou de base de cálculo relativa
a: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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a) produtos agropecuários; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
b) outras mercadorias indicadas em decreto do Poder Executivo. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir
de 1°.04.2017)
SUBSEÇÃO VI
DA RESTITUIÇÃO POR MEIO DE CRÉDITO FISCAL
Art. 20-I. A restituição do crédito tributário, pago indevidamente ou a maior que o devido, na
forma de crédito fiscal, é estabelecida nos termos de lei específica que disciplina o processo
administrativo-tributário do Estado. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
SUBSEÇÃO VII
DO CRÉDITO RELATIVO AO ATIVO PERMANENTE
(Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Art. 21. Para efeito do disposto no art. 20-A, relativamente ao crédito decorrente de entrada de
mercadoria no estabelecimento destinada ao ativo permanente, deve ser observado o seguinte: (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
Art. 21. Para efeito do disposto no art. 20, relativamente ao crédito decorrente
de entrada de mercadoria no estabelecimento destinada ao ativo permanente, deve
ser observado o seguinte:
I - a correspondente apropriação é feita à razão de 1/48 (um quarenta e oito avos) por mês,
devendo a primeira fração ser apropriada no mês em que ocorrer a referida entrada no
estabelecimento, observado o disposto no parágrafo único;
II - em cada período de apuração do imposto, não é admitido o creditamento de que trata o
referido art. 20-A, em relação à proporção das saídas ou prestações isentas ou não tributadas sobre o
total das saídas ou prestações efetuadas no mesmo período; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
II - em cada período de apuração do imposto, não será admitido o
creditamento de que trata o referido art. 20, em relação à proporção das saídas ou
prestações isentas ou não tributadas sobre o total das saídas ou prestações
efetuadas no mesmo período;
III - para aplicação do disposto nos incisos I e II, o valor do crédito a ser apropriado é aquele
obtido multiplicando-se o valor total do crédito correspondente à aquisição pelo fator igual a 1/48 (um
quarenta e oito avos) da relação entre o valor das saídas e prestações tributadas e o valor total das
saídas e prestações do período, equiparando-se às tributadas, para fins deste inciso, as saídas e
prestações com destino ao exterior e as saídas de papel destinado à impressão de livros, jornais e
periódicos;
IV - o quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos) é proporcionalmente aumentado ou
diminuído, pro rata die, caso o período de apuração seja superior ou inferior a 1 (um) mês;
V - na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente, antes de decorrido o prazo de 4
(quatro) anos, contado da data da respectiva entrada, não é admitido, a partir da data da alienação, o
creditamento de que trata este artigo em relação à fração que corresponderia ao restante do
quadriênio, observado o previsto no parágrafo único;
VI - é objeto de outro lançamento, além do lançamento em conjunto com os demais créditos,
para efeito da compensação prevista no art. 20-A, em livro próprio ou de outra forma que a legislação
determinar, para aplicação do disposto nos incisos I a V; (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
VI - é objeto de outro lançamento, além do lançamento em conjunto com os
demais créditos, para efeito da compensação prevista no art. 20, em livro próprio ou
de outra forma que a legislação determinar, para aplicação do disposto nos incisos I a
V;
VII - REVOGADO (Lei 16.477/2018)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2018:
VII - o Poder Executivo, por meio de decreto, pode determinar que a
apropriação do mencionado crédito, observada a forma prevista nos incisos de I a VI,
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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ocorra em prazo inferior a 4 (quatro) anos; e
VIII - ao final do 48º (quadragésimo oitavo) mês ou do prazo a que se refere o inciso VII,
contado da data da entrada do bem no estabelecimento, o saldo remanescente do crédito é cancelado,
observado o disposto no parágrafo único.
Parágrafo único. Relativamente à apropriação do crédito de que trata o caput, observa-se:
I - quando o estabelecimento adquirente da mercadoria estiver em fase de instalação, a
contagem do prazo para apropriação do respectivo crédito, bem como para aplicação das normas
contidas nos incisos V e VIII do caput, inicia-se a partir da efetiva atividade do mencionado
estabelecimento;
II - fica suspensa a contagem do prazo para respectiva apropriação do crédito em período em que
não ocorrer saída ou prestação de serviço; e
III - na hipótese de o bem ser transferido para outro estabelecimento do mesmo titular dentro
deste Estado, antes do término do prazo de que tratam os incisos V e VII do caput, a parte ainda não
apropriada
pelo
estabelecimento
remetente
do
referido
crédito
pode
ser
apropriada
pelo
estabelecimento destinatário, na forma prevista nos incisos I a V do caput, conforme o disposto em
legislação específica.
SEÇÃO II
DO CRÉDITO PRESUMIDO
Art. 22. Concede-se o benefício fiscal de crédito presumido do imposto, nas hipóteses assim
definidas em legislação específica.
§ 1º O ato que conceder crédito presumido pode estabelecer:
I - a proibição de utilização com idêntico benefício já concedido em operações anteriores;
II - a absorção de parte ou da totalidade de outros créditos fiscais;
III - outro crédito presumido em complementação ao concedido; e
IV - exigências, condições e instruções específicas a serem observadas pelo respectivo
beneficiário.
§ 2º A inobservância das exigências, condições e instruções mencionadas no inciso IV do § 1º
constitui hipótese de perda do direito ao correspondente crédito presumido.
CAPÍTULO IX
DA APURAÇÃO E DO RECOLHIMENTO DO IMPOSTO
Art. 23. O período de apuração do imposto obedece ao previsto na legislação tributária,
considerando-se as obrigações vencidas na data em que termina o mencionado período de apuração e
podendo ser liquidadas por compensação ou mediante pagamento em dinheiro, conforme o seguinte:
I - as obrigações consideram-se liquidadas por compensação até o montante dos créditos
escriturados no mesmo período mais o saldo credor de período ou períodos anteriores, se for o caso;
II - se o montante dos débitos do período superar o dos créditos, a diferença constitui-se saldo
devedor, sendo liquidada no prazo fixado em decreto do Poder Executivo; e
III - se o montante dos créditos do período superar o dos débitos, a diferença constitui-se saldo
credor, podendo ser transportada para o período seguinte.
§ 1º Para os efeitos desta Lei, considera-se débito fiscal o valor resultante da aplicação da
alíquota sobre a base de cálculo de cada operação ou prestação passível de cobrança do imposto.
§ 2º Para os efeitos deste artigo, os débitos e os créditos devem ser apurados em cada
estabelecimento, podendo ser compensados os saldos credores e devedores entre os estabelecimentos
do mesmo sujeito passivo localizados neste Estado.
§ 3º Em substituição ao regime de apuração mencionado no caput, decreto do Poder Executivo
pode estabelecer que:
I - o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço dentro de determinado
período;
II - o cotejo entre créditos e débitos se faça por mercadoria ou serviço em cada operação ou
prestação; e
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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III - em função do porte ou da atividade do estabelecimento, o imposto seja pago em parcelas
periódicas e calculado por estimativa, para um determinado período, assegurado ao sujeito passivo o
direito de impugná-la e instaurar processo contraditório, observando-se:
a) ao fim do período, é feito o ajuste, com base na escrituração regular do contribuinte, que paga
a diferença apurada, se positiva;
b) se a diferença referida na alínea “a” for negativa, deve ser compensada com o pagamento
referente ao período ou períodos imediatamente seguintes; e
c) a inclusão do estabelecimento no regime não dispensa o sujeito passivo do cumprimento de
obrigações acessórias.
Art. 24. Nas hipóteses previstas nos incisos XIV a XVII do art. 2º, sobre as respectivas bases de
cálculo, aplica-se o percentual resultante da diferença entre a alíquota interna e a interestadual vigentes
para a mercadoria ou serviço. (Lei 17.625/2021 – efeitos a partir de 5.1.2022)
Redação anterior, efeitos até 30.12.2021:
Art. 24. Nas hipóteses previstas nos incisos XIV e XV do art. 2º e no seu § 4º,
sobre as respectivas bases de cálculo, aplica-se o percentual resultante da diferença
entre a alíquota interna e a interestadual vigentes para a mercadoria ou serviço. (Lei
15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
Art. 24. Nas hipóteses previstas nos incisos XIV e XV do art. 2º, sobre as
respectivas bases de cálculo, aplica-se o percentual resultante da diferença entre a
alíquota interna e a interestadual vigentes para a mercadoria ou serviço.
Art. 25. O recolhimento irregular do imposto não implica novo pagamento.
§ 1º O disposto no caput não se aplica na hipótese de o recolhimento ser efetuado a pessoa
jurídica que não tenha sido autorizada ou credenciada nos termos de decreto do Poder Executivo.
§ 2º O recolhimento de que trata o § 1º deve ser convalidado, a partir da data da sua efetivação,
na hipótese de a pessoa jurídica recebedora recolher ao Estado o respectivo valor.
§ 3º Na hipótese do § 2º, os valores referentes à diferença devida a este Estado ou decorrentes
do recolhimento intempestivo à conta única do Estado, incluindo-se os acréscimos legais, são de
responsabilidade do sujeito passivo.
SEÇÃO I
DA UTILIZAÇÃO DO SALDO CREDOR ACUMULADO
Art. 26. Na hipótese de acúmulo do saldo credor de que trata o inciso III do art. 23, motivado
por manutenção de crédito referente à operação ou à prestação subsequente não tributada, beneficiada
por isenção, redução de alíquota ou de base de cálculo ou com ICMS diferido, o mencionado saldo
credor acumulado pode ser transferido a contribuinte deste Estado: (Lei 16.474/2018)
Redação anterior, efeitos até 29.11.2018:
Art. 26. Na hipótese de acúmulo do saldo credor de que trata o inciso III do
art. 23, motivado por manutenção de crédito referente à operação ou à prestação
subsequente não tributada, beneficiada por isenção, redução de alíquota ou de base
de cálculo ou com ICMS diferido, a legislação tributária estadual pode autorizar que o
mencionado saldo credor acumulado seja transferido, nas condições que definir a
outros contribuintes deste Estado.
I - conforme o disposto em lei específica; ou (Lei 16.474/2018)
II - que seja estabelecimento industrial, domiciliado neste Estado, de equipamento ou embalagem
para estabelecimento produtor de ovo ou de frango, observando-se o disposto no parágrafo único e o
seguinte: (Lei 16.474/2018)
a) a operação de que trata o caput deve ser relativa à saída interna de ovo ou de frango realizada
pelo referido produtor; e (Lei 16.474/2018)
b) o saldo credor acumulado deve ser resultante da aquisição, em outra Unidade da Federação, de
milho ou milheto utilizado na alimentação de aves. (Lei 16.474/2018)
Parágrafo único. Relativamente ao disposto no inciso II do caput: (Lei 16.474/2018)
I - decreto do Poder Executivo deve definir os procedimentos necessários ao perfeito controle,
pelo Fisco, da transferência de saldo credor acumulado; e (Lei 16.474/2018)
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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II - a transferência ali prevista somente se aplica ao crédito fiscal correspondente às entradas de
mercadorias ocorridas a partir de 1º de janeiro de 2019. (Lei 16.474/2018)
SUBSEÇÃO I
DO SALDO CREDOR ACUMULADO POR OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES DESTINADAS AO
EXTERIOR
Art. 27. O saldo credor acumulado por estabelecimento que realize operação ou prestação
destinadas ao exterior, nos termos estabelecidos no inciso II do art. 8º, pode ser, na proporção que tais
saídas representem do total das saídas realizadas pelo estabelecimento, esgotando-se sucessivamente
cada possibilidade:
I - imputado pelo sujeito passivo a qualquer estabelecimento seu localizado neste Estado; ou
II - havendo saldo remanescente e com base em documento que reconheça o mencionado
crédito, emitido pela autoridade competente, conforme previsto em portaria da SEFAZ:
a) transferido para outros contribuintes deste Estado; ou
b) utilizado para pagamento de débito do imposto:
1. do próprio contribuinte, objeto de confissão de dívida ou apurado em procedimento fiscal de
ofício, inclusive Notificação de Débito, desde que transitado em julgado na esfera administrativa;
2. de responsabilidade direta do contribuinte; ou
3. devido como contribuinte-substituto, desde que o sujeito passivo esteja credenciado pela
SEFAZ, nos termos da legislação específica, e que o referido débito seja relativo a operação com insumo
agropecuário.
SEÇÃO II
DO IMPOSTO ANTECIPADO
SUBSEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 28. Decreto do Poder Executivo pode exigir o pagamento antecipado do imposto, com a
fixação, se for o caso, do valor da base de cálculo da operação ou da prestação subsequente efetuada
pelo contribuinte, inclusive na entrada de mercadoria procedente de outra UF.
§ 1º O imposto antecipado pode ser relativo à operação subsequente, às operações subsequentes
até a última, destinada a consumidor final, ou a uma parcela do imposto da operação subsequente.
§ 2º Quando o imposto antecipado não alcançar todas as etapas de circulação da mercadoria até
o consumidor final, o recolhimento do mencionado imposto não desobriga o adquirente de apurar e
recolher o respectivo ICMS relativo à operação subsequente.
§ 3º O pagamento antecipado de que trata o caput pode ser exigido em função do tipo da
mercadoria, atividade econômica do contribuinte ou da respectiva situação no CACEPE.
Art. 28-A. Na hipótese de antecipação com liberação do imposto nas saídas subsequentes da
mercadoria, nas situações a seguir relacionadas, fica o contribuinte sujeito ao recolhimento do
complemento do ICMS devido, considerando-se a saída efetivamente realizada, nos termos de decreto
do Poder Executivo, quando: (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
I - o preço praticado na saída interna destinada a consumidor final for superior à base de cálculo
do correspondente imposto antecipado; ou (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
II - o valor do imposto referente à saída interestadual da mercadoria for superior ao valor
resultante da aplicação da alíquota interna sobre a base de cálculo do correspondente imposto
antecipado. (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
§ 1º O disposto no inciso I do caput não se aplica ao contribuinte que tenha aderido ao Regime
Optativo de Tributação da Substituição Tributária, previsto em Convênio ICMS celebrado no âmbito do
Confaz e regulamentado por decreto do Poder Executivo. (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
§ 2º Durante o período em que permanecer no Regime Optativo de que trata o § 1º, fica vedado
ao contribuinte solicitar restituição ou ressarcimento do valor do imposto antecipado calculado a maior,
correspondente à diferença entre o valor que serviu de base de cálculo do imposto antecipado e o valor
da saída efetivamente realizada, destinada a consumidor final. (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de
1°.01.2023)
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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§ 3º Decreto do Poder Executivo pode estabelecer outras hipóteses de dispensa do recolhimento
do complemento do ICMS de que trata o caput. (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
§ 4º Relativamente ao cálculo do complemento do ICMS de que trata o caput: (Lei 17.875/2022 –
efeitos a partir de 1°.01.2023)
I - não sendo possível identificar o documento fiscal de aquisição da mercadoria, deve-se utilizar
a informação correspondente à aquisição mais recente; e (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
II - na hipótese de documento fiscal de aquisição que não contenha a informação da base de
cálculo do imposto antecipado, ou na impossibilidade de identificá-la, considera-se como tal o valor de
aquisição da mercadoria. (Lei 17.875/2022 – efeitos a partir de 1°.01.2023)
SUBSEÇÃO II
DA BASE DE CÁLCULO DO IMPOSTO ANTECIPADO
Art. 29. A base de cálculo do imposto antecipado previsto no art. 28 é: (Lei 15.954/2016 – efeitos a
partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
Art. 29. A base de cálculo do imposto antecipado previsto no art. 28 pode ser:
I - quando o recolhimento do referido imposto for realizado por meio do regime de substituição
tributária: (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
I - na hipótese de o recolhimento do referido imposto ser realizado por meio do
regime de substituição tributária:
a) tratando-se de mercadoria ou serviço cujo preço final a consumidor, único ou máximo, seja
fixado por órgão ou entidade competente da Administração Pública, o mencionado preço;
b) existindo preço final a consumidor, sugerido pelo fabricante ou importador, o mencionado
preço;
c) nos demais casos, observado o disposto na alínea “d”, obtida pelo somatório das parcelas
seguintes:
1. o valor da operação ou prestação própria realizada pelo contribuinte-substituto ou pelo
contribuinte-substituído intermediário;
2. o montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos cobrados ou transferíveis aos
adquirentes ou tomadores de serviço; e
3. a margem de valor agregado, inclusive lucro, relativa às operações ou prestações
subsequentes, que é estabelecida tomando-se por base os preços usualmente praticados no mercado
considerado, obtidos por levantamento, ainda que por amostragem ou por meio de informações e outros
elementos fornecidos por entidades representativas dos respectivos setores, adotando-se a média
ponderada dos preços coletados; ou
d) em substituição ao disposto na alínea “c”, quando a legislação dispuser, o preço a consumidor
final usualmente praticado no mercado considerado, relativamente ao serviço, à mercadoria ou sua
similar, em condições de livre concorrência, adotando-se para sua apuração as regras estabelecidas no
item 3 da alínea “c”; ou
e) na hipótese de mercadoria proveniente de outra UF para entrega a destinatário incerto deste
Estado, o valor da operação constante do respectivo documento fiscal acrescido dos valores de que
tratam os itens 2 e 3 da alínea “c”; ou (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - quando o referido imposto for recolhido pelo próprio contribuinte, a critério do Fisco, por meio
de decreto do Poder Executivo:(Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
II - quando o referido imposto for recolhido pelo próprio contribuinte:
a) o valor da operação constante do respectivo documento fiscal;
b) o valor obtido nos termos da alínea “d” do inciso I; (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de
1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
b) o valor obtido nos termos da alínea “d” do inciso I; ou
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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c) o valor da operação constante do respectivo documento fiscal, acrescido da margem de valor
agregado de que trata o item 3 da alínea “c” do inciso I; ou (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de
1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
c) o valor da operação constante do respectivo documento fiscal, acrescido de
percentual obtido nos termos do item 3 da alínea “c” do inciso I.
d) tratando-se de entrada interestadual: (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
d) na hipótese de o cálculo do imposto antecipado ser efetuado na forma
prevista no inciso I do parágrafo único do art. 30, o valor obtido nos termos do inciso
XI do art. 12. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de 1°.04.2017)
1. o valor obtido nos termos do inciso XI do art. 12, acrescido, quando for o caso, da margem de
valor agregado de que trata o item 3 da alínea “c” do inciso I; ou (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de
1°.04.2017)
2. o valor da operação, na hipótese de o cálculo do imposto antecipado ser efetuado na forma
prevista no inciso II do § 1º do art. 30. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 1º Para efeito de determinação da margem de valor agregado, além dos critérios previstos no
item 3 da alínea “c” do inciso I do caput, observa-se:
I - os percentuais de agregação são os definidos em decreto do Poder Executivo ou aqueles
estabelecidos em Convênio ou Protocolo ICMS celebrados entre UFs no âmbito do CONFAZ, conforme o
disposto em legislação específica;
II - na hipótese de estar prevista, em Convênio ou Protocolo ICMS celebrados entre UFs no
âmbito do CONFAZ, conforme o disposto em legislação específica, mais de uma margem de valor
agregado para o mesmo produto, prevalece aquela que for inferior; e
III - a existência da relação de interdependência existente entre as empresas remetente e
adquirente da mercadoria sujeita à antecipação tributária, nos termos de decreto do Poder Executivo.
§ 2º Na hipótese de antecipação tributária, não devem ser considerados, para cálculo do ICMS
antecipado, descontos ou abatimentos, ainda que líquidos e certos.
§ 3º A base de cálculo prevista no inciso II do caput pode ser reduzida, conforme previsto em
decreto do Poder Executivo. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
§ 3º A base de cálculo prevista nas alíneas “a”, “b” e “c” do inciso II do caput
pode ser reduzida, conforme previsto em decreto do Poder Executivo. (Lei 15.954/2016
– efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
§ 3º A base de cálculo prevista nas alíneas “a” e “b” do inciso II do caput pode
ser reduzida, conforme previsto em decreto do Poder Executivo.
§ 4º Na impossibilidade de inclusão do valor do frete na composição da base de cálculo, observa-
se:
I - o recolhimento do imposto antecipado relativo ao frete é de responsabilidade do
estabelecimento destinatário; e
II - a referida base de cálculo é o valor do frete, acrescido do percentual de que trata o item 3 da
alínea “c” do inciso I do caput, observadas as demais regras relativas à utilização da margem de valor
agregado.
§ 5º Salvo disposição expressa em contrário, quando o imposto antecipado for relativo à operação
subsequente ou a uma parcela do imposto da operação subsequente, na hipótese de concessão de
redução da base de cálculo da mencionada operação, o cálculo do imposto antecipado deve considerar o
referido benefício fiscal. (Lei 16.473/2018)
Redação anterior, efeitos até 29.11.2018:
§ 5º Quando o imposto antecipado for relativo à operação subsequente ou a
uma parcela do imposto da operação subsequente, na hipótese de concessão de
redução da base de cálculo da mencionada operação, o cálculo do imposto antecipado
deve considerar o referido benefício fiscal. (Lei 15.954/2016 – efeitos a partir de
1°.04.2017)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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§ 6º Em substituição ao disposto na alínea “d” do inciso II do caput, pode ser adotado o valor
obtido nos termos da alínea “d” do inciso I. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 7º O Preço Médio Ponderado a Consumidor Final – PMPF corresponde ao preço a consumidor
final de que trata a alínea “d” do inciso I do caput. (Lei 16.447/2018)
§ 8º Para efeito do levantamento de que trata o item 3 da alínea “c” do inciso I do caput, podem
ser utilizados os preços obtidos a partir dos documentos fiscais eletrônicos e da escrituração fiscal
digital, constantes da base de dados do Fisco. (Lei 16.447/2018)
SUBSEÇÃO III
DO CÁLCULO DO IMPOSTO ANTECIPADO
Art. 30. O imposto antecipado deve ser calculado mediante a aplicação do percentual
correspondente à alíquota do ICMS vigente para as operações internas, sobre a respectiva base de
cálculo, deduzindo-se do resultado obtido o valor do crédito fiscal destacado no correspondente
documento fiscal de aquisição.
§ 1º Em substituição ao cálculo previsto no caput, o valor do ICMS antecipado pode ser obtido
mediante a aplicação sobre a respectiva base de cálculo:
I - do percentual correspondente à diferença entre a alíquota do ICMS vigente para as operações
internas e aquela prevista para as operações interestaduais; ou
II - de um percentual específico, nos termos da legislação tributária.
§ 2º Salvo disposição expressa em contrário, quando o imposto antecipado for relativo à operação
subsequente ou a uma parcela do imposto da operação subsequente, na hipótese de concessão de
crédito presumido relativo à operação com a respectiva mercadoria, o cálculo do imposto antecipado
deve considerar o mencionado benefício fiscal. (Lei 16.473/2018)
Redação anterior, efeitos até 29.11.2018:
§ 2º Quando o imposto antecipado for relativo à operação subsequente ou a
uma parcela do imposto da operação subsequente, na hipótese de concessão de
crédito presumido relativo à operação com a respectiva mercadoria, o cálculo do
imposto antecipado deve considerar o mencionado benefício fiscal. (Lei 15.954/2016 –
efeitos a partir de 1°.04.2017)
SUBSEÇÃO IV
DAS DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS RELATIVAS À IMPORTAÇÃO
Art. 31. Quando se tratar de importação de mercadoria sujeita à antecipação do ICMS, devem
ser observados, além do disposto no § 2º do art. 2º e nos arts. 28 a 30, as seguintes normas:
I – na hipótese de a mercadoria não estar sujeita ao regime de substituição tributária:
a) para determinação da base de cálculo do ICMS antecipado pelo importador, na hipótese de
utilização de margem de valor agregado, esta deve ser aplicada sobre o montante de que tratam os
incisos VI, VII ou VIII do art. 12, conforme a hipótese; e (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
a) para determinação da base de cálculo do ICMS antecipado pelo importador,
a margem de valor agregado deve ser aplicada sobre o montante de que tratam os
incisos VI, VII e VIII do art. 12, conforme a hipótese; e
b) para efeito do cálculo do imposto antecipado, o importador pode utilizar como crédito fiscal o
valor do imposto ainda não recolhido, relativo à importação da respectiva mercadoria, sob a condição de
que o referido recolhimento seja efetuado no prazo legal; e
II - na hipótese de a mercadoria estar sujeita ao regime de substituição tributária, observa-se o
seguinte: (Lei 16.234/2017)
Parte 6
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
II –na hipótese de a mercadoria estar sujeita ao regime de substituição
tributária e o importador ser contribuinte-substituto em relação às operações
subsequentes, observa-se o seguinte:
a) o ICMS deve ser antecipado pelo referido importador, na forma prevista no inciso I; (Lei
16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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a) o ICMS deve ser antecipado pelo referido importador, na forma prevista no
inciso I, observado o disposto no parágrafo único;
b) na saída interna subsequente à importação, o importador deve: (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
b) na saída subsequente à importação, o importador deve:
1. debitar-se do imposto de responsabilidade direta relativo à mencionada saída; e
2. reter do respectivo adquirente o ICMS antecipado, relativamente às demais operações
subsequentes até o consumidor final, calculado na forma prevista no inciso I do art. 29 e no art. 30; e
c) para efeito de apuração e recolhimento do ICMS resultante do cotejamento entre créditos e
débitos, nos termos do art. 23:
1. o valor do imposto mencionado no item 2 da alínea “b” deve ser lançado como débito no
Registro de Saídas no respectivo período fiscal; e (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
1. o valor do imposto mencionado no item 2 da alínea “b” deve ser lançado
como débito no respectivo período fiscal, observado o disposto no parágrafo único; e
2. pode ser utilizado como crédito fiscal o imposto antecipado pago pelo importador, juntamente
com o imposto de responsabilidade direta incidente sobre a mencionada operação de importação,
independentemente de a antecipação dispensar a apuração do ICMS relativo às operações
subsequentes.
Parágrafo único. O disposto na alínea “a” e no item 1 da alínea “c” do inciso II do caput não se
aplica: (Lei 16.234/2017)
Redação anterior, efeitos até 14.12.2017:
Parágrafo único. O disposto na alínea “a” e no item 1 da alínea “c” do inciso II
do caput não se aplica ao contribuinte credenciado nos termos de portaria específica
da SEFAZ.
I - a contribuinte credenciado, nos termos de portaria específica da Sefaz, para não recolhimento
do ICMS relativo à substituição tributária no momento da importação do exterior e retenção do referido
imposto na saída subsequente; (Lei 16.234/2017)
II - a estabelecimento industrial, fabricante da mesma mercadoria importada; e (Lei 16.234/2017)
III - a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade
pela retenção e recolhimento do imposto devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias
que promover. (Lei 16.234/2017)
SEÇÃO III
DO RECOLHIMENTO PARCELADO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO
(Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Art. 31-A. O disciplinamento do recolhimento parcelado de crédito tributário relativo ao ICMS
passa a ser regido nos termos do Anexo 7. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
CAPÍTULO X
DO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA
SEÇÃO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 32. A responsabilidade pelo pagamento do ICMS, na qualidade de contribuinte substituto,
pode ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações, sejam
antecedentes, concomitantes ou subsequentes.
§ 1º A responsabilidade prevista no caput pode ser atribuída inclusive em relação ao valor
decorrente da diferença entre as alíquotas interna e interestadual, nas aquisições em outra UF de bens
e serviços por consumidor final que seja contribuinte do imposto.
§ 2º Nas aquisições interestaduais de energia elétrica e petróleo, inclusive lubrificantes e
combustíveis líquidos e gasosos dele derivados, cujo destinatário seja consumidor final, o imposto total
incidente na operação cabe a este Estado e deve ser recolhido pelo remetente ou por aquele indicado
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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em Convênio ou Protocolo ICMS celebrados entre UFs no âmbito do CONFAZ, conforme o disposto em
legislação específica.
§ 3º Para efeito de exigência do imposto cobrado por substituição tributária, inclui-se como fato
gerador a entrada da mercadoria ou bem no estabelecimento adquirente ou em outro por ele indicado.
§ 4º A adoção do regime de substituição tributária em operações interestaduais depende de
Convênio ou Protocolo ICMS celebrados entre UFs no âmbito do CONFAZ, conforme o disposto em
legislação específica.
SEÇÃO II
DA SUBSTITUIÇÃO EM RELAÇÃO ÀS OPERAÇÕES ANTECEDENTES OU CONCOMITANTES
Art. 33. A base de cálculo, para fins de substituição tributária, em relação às operações ou
prestações antecedentes ou concomitantes, é o valor da operação ou prestação praticado pelo
contribuinte-substituído.
Art. 34. O imposto relativo às operações ou prestações antecedentes, inclusive na hipótese de
diferimento, nos termos do art. 11, deve ser pago pelo responsável quando ocorrer:
I - entrada ou recebimento da mercadoria ou do serviço;
II - saída subsequente por ele promovida, ainda que isenta ou não tributada, observado o
disposto no art. 11-A; (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
II - saída subsequente por ele promovida, ainda que isenta ou não tributada;
ou
III - qualquer saída ou evento que impossibilite a ocorrência do fato determinante do pagamento
do imposto.
Parágrafo único. Na hipótese do inciso III, a responsabilidade tributária é atribuída ao contribuinte
em cujo estabelecimento ocorra a mencionada saída ou evento.
SEÇÃO III
DA SUBSTITUIÇÃO EM RELAÇÃO ÀS OPERAÇÕES SUBSEQUENTES
Art. 35. A base de cálculo do imposto antecipado na hipótese de substituição tributária
relativamente às operações ou prestações subsequentes é aquela prevista no inciso I do art. 29.
SUBSEÇÃO I
DA NÃO RETENÇÃO E RETENÇÃO A MENOR NA OPERAÇÃO INTERESTADUAL
Art. 36. Na hipótese de operação interestadual, não ocorrendo a retenção do imposto antecipado,
inclusive na hipótese de o remetente localizar-se em UF não signatária do respectivo Convênio ou
Protocolo ICMS celebrados entre UFs no âmbito do CONFAZ, conforme o disposto em legislação
específica, ou tendo havido retenção a menor, o imposto não retido ou retido a menor deve ser
recolhido pelo adquirente localizado neste Estado.
SUBSEÇÃO II
DA RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO ANTECIPADO
Art. 37. É assegurado ao contribuinte-substituído o direito à restituição do valor do imposto
antecipado pago por força da substituição tributária, sempre que:
I - o fato gerador presumido não se realizar; ou
II - as operações subsequentes àquela promovida pelo contribuinte-substituto até o consumidor
final estejam contempladas com isenção.
Parágrafo único. Na apreciação dos pedidos de restituição, pelo setor competente da SEFAZ, deve
ser dada prioridade àqueles de que trata este artigo.
Art. 38. Na hipótese do art. 37, formulado o pedido de restituição e não havendo deliberação no
prazo de 90 (noventa) dias, o contribuinte-substituído:
I - pode creditar-se do valor objeto do pedido, devidamente atualizado segundo os mesmos
critérios aplicáveis ao tributo; e
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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II - sobrevindo decisão administrativa contrária irrecorrível, deve proceder ao estorno dos
créditos lançados, também devidamente atualizados nos termos previstos no inciso I, com o pagamento
dos acréscimos legais cabíveis, no prazo de 15 (quinze) dias contados da respectiva ciência.
Art. 39. A restituição do imposto antecipado pode, nas hipóteses previstas em decreto do Poder
Executivo, ser efetuada, independentemente de solicitação e sob condição resolutória de posterior
homologação pela SEFAZ.
CAPÍTULO XI
DO RESSARCIMENTO DO IMPOSTO ANTECIPADO
Art. 40. O contribuinte que tenha adquirido mercadoria com recolhimento antecipado do imposto
e posteriormente promover a saída para outra UF pode adotar o mecanismo de ressarcimento do
referido imposto, conforme disposto em decreto do Poder Executivo.
§ 1º REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Redação anterior, efeitos até 31.10.2023:
§ 1º Para os efeitos deste artigo, considera-se ressarcimento o mecanismo que
cumulativamente importe:
I - devolução do imposto antecipado pago pelo contribuinte ou retido pelo
contribuinte-substituto, relativo às operações internas, que passa a ser indevido no
momento da saída da respectiva mercadoria para outra UF; e
II - utilização do valor a ser ressarcido como dedução do ICMS antecipado de
futuras aquisições sujeitas à antecipação do imposto.
§ 2º REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Redação anterior, efeitos até 31.10.2023:
§ 2º O ressarcimento de que trata este artigo deve ser efetuado:
I - pelo contribuinte-substituto, na hipótese de ter havido a respectiva retenção
do imposto antecipado; ou
II - pela SEFAZ, nas demais hipóteses.
§ 3º REVOGADO. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Redação anterior, efeitos até 31.10.2023:
§ 3º Relativamente a combustível derivado de petróleo, a legislação específica
pode estabelecer que o ressarcimento seja realizado sem observar integralmente as
disposições previstas nos §§ 1º e 2º. (Lei 16.234/2017)
Art. 40-A. Na hipótese do art. 40, formulado o pedido de ressarcimento e não havendo
deliberação no prazo de 90 (noventa) dias, o contribuinte: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
I - pode utilizar o valor objeto do ressarcimento, conforme estabelecido em decreto do Poder
Executivo; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
II - sobrevindo decisão administrativa contrária, deve realizar: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.11.2023)
a) os procedimentos previstos em decreto do Poder Executivo relativos à correção dos
documentos fiscais emitidos antes da mencionada decisão; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.11.2023)
b) o recolhimento do imposto devido, atualizado monetariamente e com os acréscimos legais
cabíveis, no prazo de 15 (quinze) dias contados da ciência da decisão administrativa contrária, na
hipótese de já ter havido a compensação do imposto antecipado. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.11.2023)
CAPÍTULO XI-A
DO REGIME DE TRIBUTAÇÃO MONOFÁSICA
(Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Art. 40-B. Deve ser aplicado o regime de tributação monofásica do imposto estabelecido pela Lei
Complementar Federal nº 192, de 11 de março de 2022, nas operações com as seguintes mercadorias:
(Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
I - óleo diesel e biodiesel-B100; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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II - gás liquefeito de petróleo - GLP, inclusive o derivado do gás natural; e (Lei 18.305/2023 – efeitos
a partir de 1º.05.2023)
III - gasolina e álcool etílico anidro combustível. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.06.2023)
Art. 40-C. As alíquotas do imposto são: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
I - definidas mediante deliberação das UFs por meio de Convênio ICMS celebrado no âmbito do
CONFAZ; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
II - específicas (ad rem), por unidade de medida adotada. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.05.2023)
Parágrafo único. O adicional na alíquota previsto na Lei nº 12.523, de 2003, aplica-se também à
alíquota de que trata este artigo, relativamente às operações com gasolina, observados os
procedimentos para recolhimento previstos em decreto do Poder Executivo. (Lei 18.305/2023 – efeitos a
partir de 1º.06.2023)
Art. 40-D. São contribuintes do imposto incidente nos termos do art. 40-B: (Lei 18.305/2023 –
efeitos a partir de 1º.05.2023)
I - o industrial; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
II - aqueles equiparados ao industrial nos termos de Convênio ICMS celebrado no âmbito do
CONFAZ; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
III - o importador; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
IV - os agentes da cadeia de distribuição mencionados nos incisos III e IV do art. 40-E, quando
praticarem os fatos geradores ali indicados. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Parágrafo único. O disposto no caput alcança inclusive as pessoas que industrializam combustíveis
de forma residual, os formuladores de combustíveis por meio de mistura mecânica, as centrais
petroquímicas e as bases das refinarias de petróleo. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Art. 40-E. Ocorre o fato gerador do imposto incidente nos termos do art. 40-B, no momento: (Lei
18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
I - da saída dos combustíveis do estabelecimento do contribuinte, nas operações ocorridas no
território nacional; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
II - do desembaraço aduaneiro, nas operações de importação do exterior; (Lei 18.305/2023 – efeitos
a partir de 1º.05.2023)
III - da comercialização de combustível à temperatura ambiente, pelos estabelecimentos
distribuidores, em volume superior ao recebido de seus fornecedores, faturado a 20o C (vinte graus
celsius), decorrente de variação volumétrica, cuja variação esteja acima do limite previsto pelo Fator de
Correção do Volume - FCV divulgado por norma específica do CONFAZ; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir
de 1º.05.2023)
IV - da constatação de mercadoria desacobertada de documentação fiscal, inclusive nas
operações realizadas pelos agentes da cadeia de distribuição não classificados originalmente como
contribuintes do imposto de que trata o art. 40-C. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Art. 40-F. São responsáveis pelo imposto incidente nos termos do art. 40-B, na qualidade de
contribuintes substitutos, os contribuintes indicados em Convênio ICMS celebrado entre UFs no âmbito
do CONFAZ. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Art. 40-G. Respondem solidariamente pelo pagamento do crédito tributário: (Lei 18.305/2023 –
efeitos a partir de 1º.05.2023)
I - a distribuidora de combustíveis, o distribuidor de GLP ou o TRR quando: (Lei 18.305/2023 –
efeitos a partir de 1º.05.2023)
a) situados em outra UF, não forem inscritos no CACEPE, na hipótese de a mencionada inscrição
ser exigida; ou (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
b) omitirem informação ou prestarem declaração falsa ou inexata; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir
de 1º.05.2023)
II - o destinatário da mercadoria quando, notificado, deixar de apresentar a Guia Nacional de
Recolhimento de Tributos Estaduais - GNRE e o respectivo comprovante de pagamento do imposto
recolhido na forma da alínea “a” do inciso I; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
III - o estabelecimento situado em outra UF que, na operação subsequente à tributação
monofásica, destinar a este Estado combustível derivado de petróleo, gás liquefeito de gás natural -
GLGN, biodiesel-B100 ou álcool etílico anidro combustível, quando: (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.05.2023)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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a) o imposto não tiver sido objeto de cobrança ou recolhimento; ou (Lei 18.305/2023 – efeitos a
partir de 1º.05.2023)
b) a operação não tiver sido informada ao responsável pelo repasse, na forma e prazos definidos
em Convênio ICMS celebrado entre UFs no âmbito do CONFAZ; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.05.2023)
IV - terceiros cujos atos ou omissões concorram para o não recolhimento do imposto pelo
contribuinte ou contribuinte substituto. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
Art. 40-H. Deliberação das UFs, por meio de Convênio ICMS celebrado no âmbito do CONFAZ,
deve regulamentar o regime de tributação monofásica do imposto de que trata este Capítulo. (Lei
18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.05.2023)
CAPÍTULO XI-B
DO PROGRAMA DE AUTORREGULARIZAÇÃO E CONFORMIDADE TRIBUTÁRIA - COOPERA
(Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
Art. 40-I. Fica instituído o Programa de Autorregularização e Conformidade Tributária - Coopera,
nos termos previstos no Anexo 8. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
CAPÍTULO XII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 41. Permanecem em vigor as disposições da legislação tributária estadual relativa ao ICMS,
em especial aquelas previstas no Decreto nº 14.876, de 12 de março de 1991, que forem compatíveis
com esta Lei.
Art. 42. O Poder Executivo pode, por meio de decreto, sempre que necessário:
I - expedir instruções para a fiel execução desta Lei, bem como delegar às autoridades
fazendárias competência para expedir atos normativos complementares, em especial que disponham de
obrigações acessórias relativas à:
a) organização e funcionamento do CACEPE;
b) inscrição, suspensão, inaptidão, baixa e alteração cadastral no CACEPE; (Lei 17.335/2021)
Redação anterior, efeitos até 02.07.2021:
b) inscrição, baixa, cancelamento, bloqueio e atualização cadastral no CACEPE;
c) livros e documentos fiscais, inclusive sob a forma digital ou eletrônica; e
d) credenciamento, autorização de uso, suspensão, descredenciamento e recredenciamento de
máquinas, equipamentos, aparelhos e programas de emissão e escrituração de livros e documentos
fiscais, inclusive sob as formas digital ou eletrônica; e
II - disciplinar a expedição de pareceres normativos ou atos equivalentes, manifestando
interpretação da legislação tributária pela Administração Fazendária.
Art. 43. Permanecem em vigor:
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
Art. 43. Permanecem em vigor os incentivos e benefícios fiscais, inclusive
isenções, concedidos por legislação específica.
I - os incentivos e benefícios fiscais, inclusive isenções, concedidos por legislação específica; e (Lei
15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
II - até a publicação do decreto de que trata o inciso II do art. 29, as disposições relativas ao
imposto antecipado previstas na legislação tributária. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Art. 44. Relativamente à utilização da NCM para identificar mercadoria, deve ser observado: (Lei
18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
Art. 44. Relativamente à utilização da NBM/SH para identificar mercadoria,
deve ser observado:
I - o regime tributário atribuído a uma determinada mercadoria continua aplicável a ela enquanto
vigente aquele regime, ainda que a respectiva classificação na referida NCM tenha sido alterada ou
indicada em discordância ao produto descriminado; (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
44/67
I - o regime tributário atribuído a uma determinada mercadoria continua
aplicável a ela enquanto vigente aquele regime, ainda que a respectiva classificação
na referida NBM/SH tenha sido alterada ou indicada em discordância ao produto
descriminado;
II - para efeito da aplicação da legislação tributária:
a) quando houver divergência entre a indicação da descrição da mercadoria e da respectiva
classificação na NCM, deve prevalecer a mencionada descrição; e (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de
1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
a) quando houver divergência entre a indicação da descrição da mercadoria e
da respectiva classificação na NBM/SH, deve prevalecer a mencionada descrição; e
b) deve ser considerada a destinação indicada pelo fabricante da mercadoria, exceto na hipótese
de disposição em contrário na legislação específica; e
III - fica o Poder Executivo autorizado a, mediante decreto, promover a adequação da descrição
ou codificação de produtos da NCM, decorrentes de alterações promovidas na mencionada
Nomenclatura. (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
III - fica o Poder Executivo autorizado a, mediante decreto, promover a
adequação da descrição ou codificação de produtos da NBM/SH, decorrentes de
alterações promovidas na mencionada Nomenclatura.
Art. 44-A. As instituições e os intermediadores financeiros e de pagamento, integrantes ou não
do Sistema de Pagamentos Brasileiro - SPB, devem fornecer à Sefaz informações relativas a operações
e prestações de serviço cujo pagamento seja efetuado por meio de cartões de débito, crédito, de loja
(private label), transferência de recursos, transações eletrônicas do Sistema de Pagamento Instantâneo
e demais instrumentos de pagamento eletrônicos. (Lei 17.551/2021)
Redação anterior, efeitos até 22.12.2021:
Art. 44-A. As administradoras de cartões de crédito, de débito ou similares
devem informar à SEFAZ os valores relativos aos pagamentos efetuados por meio de
seus sistemas de crédito, de débito ou similares, correspondentes a operações e
prestações realizadas por contribuintes do imposto. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a
partir de 1°.04.2017)
§ 1º Nas operações envolvendo contribuintes, franqueador e franqueado, regidos pela Lei Federal
nº 13.966, de 26 de dezembro de 2019, que possuam contrato de cessão e transferência de direitos de
crédito, o franqueador deve informar, a qualquer tempo, os valores relativos a pagamentos efetuados
com a utilização dos instrumentos de pagamento eletrônicos mencionados no caput, correspondentes a
operações realizadas por contribuintes franqueados, quando solicitado pela Sefaz, observado o disposto
em decreto do Poder Executivo. (Lei 17.551/2021)
Redação anterior, efeitos até 22.12.2021:
Parágrafo único. Nas operações envolvendo contribuintes, franqueador e
franqueado, regidos pela Lei Federal nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994, que
possuam contrato de cessão e transferência de direitos de crédito, o franqueador
deve informar, a qualquer tempo, os valores relativos a pagamentos efetuados pelos
meios mencionados no caput, correspondentes a operações realizadas por
contribuintes franqueados, quando solicitado pela SEFAZ, observado o disposto em
decreto do Poder Executivo. (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
§ 2º A obrigação prevista no caput pode ser transferida a instituição ou arranjo distintos daquela
responsável pelo cadastramento do estabelecimento ou prestador de serviço, visando agrupar ou
simplificar os procedimentos, desde que sejam mantidas a segurança e a inviolabilidade do sigilo das
informações. (Lei 17.551/2021)
§ 3º Decreto do Poder Executivo deve dispor sobre a forma e os prazos de entrega das
informações de que trata o caput. (Lei 17.551/2021)
Art. 44-B. Os intermediadores de serviços e de negócios devem fornecer à Sefaz informações
relativas a operações e prestações de serviço que tenham intermediado, inclusive quando originadas em
outra UF e destinadas a adquirente deste Estado. (Lei 17.551/2021)
Parágrafo único. Decreto do Poder Executivo deve dispor sobre a forma e os prazos de entrega
das informações de que trata o caput. (Lei 17.551/2021)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
45/67
Art. 45. Esta Lei entra em vigor em 1º de abril de 2017. (Lei 15.892/2016)
Redação anterior, efeitos até 14.09.2017:
Art. 45. Esta Lei entra em vigor em 1º de outubro de 2016.
Art. 46. Ficam revogadas, a partir de 1º de abril de 2017: (Lei 15.892/2016)
Redação anterior, efeitos até 14.09.2017:
Art. 46. Ficam revogadas, a partir de 1º de outubro de 2016:
I - a Lei nº 10.259, de 27 de janeiro de 1989, que institui o ICMS e dá outras providências; e (Lei
15.892/2016)
Redação anterior, efeitos até 14.09.2017:
I - a Lei nº 10.259, de 27 de janeiro de 1989, que institui o ICMS, e dá outras
providências; e
II - a Lei nº 11.408, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece, com base na Lei Complementar
n° 87, de 13 de setembro de 1996, normas referentes ao ICMS e dá outras providências, exceto o art.
19, inciso II, observado o disposto no parágrafo único. (Lei 15.892/2016)
Redação anterior, efeitos até 14.09.2017:
II - a Lei nº 11.408, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece, com base na
Lei Complementar n° 87, de 13 de setembro de 1996, normas referentes ao ICMS, e
dá outras providências, exceto o art. 19, inciso II, observado o disposto no parágrafo
único.
Parágrafo único. A exceção de que trata o inciso II do caput, somente produz efeitos até o
julgamento definitivo da Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 2675.
Palácio do Campo das Princesas, Recife, 17 de março do ano de 2016, 200º da Revolução Republicana
Constitucionalista e 194º da Independência do Brasil.
PAULO HENRIQUE SARAIVA CÂMARA
Governador do Estado
MÁRCIO STEFANNI MONTEIRO MORA IS
ANTÔNIO CARLOS DOS SANTOS FIGUEIRA
ANTÔNIO CÉSAR CAÚLA REIS
ANEXO 1
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
PRODUTO RELACIONADO NA LEI Nº 12.523/2003 – FECEP
(inciso I do art. 18-A)
ITEM
SUBITEM
DESCRIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
NCM
ALÍQUOTA
(%)
1
1.1
Charutos, cigarrilhas e
cigarros, de tabaco ou
dos seus sucedâneos
2402
29
1.2
Armas
9302, 9303 e 9304
1.3
Partes e acessórios de
revólveres e pistolas
9305
1.4
Bombas,
granadas,
torpedos,
minas,
mísseis, cartuchos e
outras
munições
e
projéteis
e
suas
partes,
incluídos
os
zagalotes, chumbos de
caça e buchas para
cartuchos
9306
2
2.1
Bebidas
alcoólicas,
exceto aguardente de
cana-de-açúcar ou de
melaço
e
cerveja
2203 a 2208
27
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
46/67
acondicionada
em
embalagem retornável
e que contenha em
sua
composição,
no
mínimo, 20% (vinte
por cento) de fécula
de mandioca
2.2
Balões,
dirigíveis,
planadores,
asas
voadoras
e
outros
veículos aéreos, não
concebidos
para
propulsão com motor
8801.00.00
2.3
Veículo
aéreo
para
propulsão com motor,
do tipo “ultraleve”
8802
2.4
Iates e outros barcos
e
embarcações
de
recreio ou de esporte,
barcos a remo, canoas
e jet-skis
8903
2.5
Motocicletas
com
motor
de
pistão
alternativo
de
cilindrada superior a
250 cm³
8711
2.6
Artefatos de joalheria
e
suas
partes,
de
metais preciosos ou de
metais folheados ou
chapeados de metais
preciosos
7113
2.7
Artefatos
de
ourivesaria
e
suas
partes,
de
metais
preciosos ou de metais
folheados
ou
chapeados de metais
preciosos
7114
2.8
Obras
de
pérolas
naturais ou cultivadas,
de pedras preciosas ou
semipreciosas,
de
pedras sintéticas ou
reconstituídas
7116
2.9
Bijuterias
7117
3
Álcool Etílico Hidratado
Combustível
- AEHC
2207
15,52
4
4.1
Refrigerante
2202.10.00
22,5
4.2
Extrato
concentrado
para a elaboração de
refrigerante
2106.90.10
4.3
Água
mineral
em
embalagem
descartável
2201.10.00
4.4
Bebidas
hidroeletrolíticas
(isotônicas)
2202.99.00
4.5
Aguardente de cana-
de-açúcar
ou
de
melaço
2208.40.00
4.6
Saco plástico
3923.2
4.7
Copo
plástico
descartável
3924.10.00
4.8
Canudo
plástico
descartável
3917.32.29
4.9
Explosivos preparados
3602.00.00
5
Cerveja acondicionada
em
embalagem
2203.00.00
18
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
47/67
retornável
e
que
contenha
em
sua
composição,
no
mínimo, 20% (vinte
por cento) de fécula
de mandioca
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
ANEXO 1
PRODUTO RELACIONADO NA LEI Nº 12.523/2003 – FECEP
(inciso I do art. 18-A)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
ALÍQUOTA
(%)
Até 31/12/2023
(Lei 16.489/2018)
A partir de
1º/1/2024
(Lei 16.489/2018)
Redação
anterior,
efeitos
até
31.03.2019:
Até 31/12/2019
A
partir
de
1º/1/2020
(Lei 16.234/2017)
A
partir
de
1.12.2020
Charutos, cigarrilhas e cigarros, de tabaco ou dos
seus sucedâneos.
2402
29
27
REVOGADO produto gasolina (Lei 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.06.2023)
Redação anterior, efeitos até 31.05.2023:
Gasolina
2710.12.5
Armas.
9302, 9303 e 9304
Partes e acessórios de revólveres e pistolas.
9305
Bombas,
granadas,
torpedos,
minas,
mísseis,
cartuchos e outras munições e projéteis e suas
partes, incluídos os zagalotes, chumbos de caça e
buchas para cartuchos.
9306
Bebidas alcoólicas, exceto aguardente de cana-de-
açúcar ou de melaço e cerveja acondicionada em
embalagem retornável e que contenha em sua
composição, no mínimo, 20% (vinte por cento) de
fécula de mandioca. (Lei 17.111/2020 – efeitos a partir
de 1º.01.2021)
2203 a 2208
27
Redação anterior, efeitos até 31.12.2020:
Bebidas alcoólicas, exceto aguardente de cana-de-
açúcar ou de melaço.
2203 a 2208
27
Balões, dirigíveis, planadores, asas voadoras e
outros
veículos
aéreos,
não
concebidos
para
propulsão com motor.
8801.00.00
Veículo aéreo para propulsão com motor, do tipo
“ultraleve”.
8802
Iates e outros barcos e embarcações de recreio ou
de esporte, barcos a remo, canoas e jet-skis.
8903
Motocicletas com motor de pistão alternativo de
cilindrada superior a 250 cm (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
8711
27
27
Artefatos de joalheria e suas partes, de metais
preciosos ou de metais folheados ou chapeados de
metais preciosos. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
7113
Artefatos de ourivesaria e suas partes, de metais
preciosos ou de metais folheados ou chapeados de
metais preciosos. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
7114
Obras de pérolas naturais ou cultivadas, de pedras
preciosas ou semipreciosas, de pedras sintéticas ou
reconstituídas. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
7116
14/01/2026, 08:00
Parte 7
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
48/67
Bijuterias. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
7117
Álcool Etílico Hidratado Combustível – AEHC. (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
2207
25
25
Refrigerante (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
2202.10.00
20
19
Extrato
concentrado
para
a
elaboração
de
refrigerante. (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
2106.90.10
Água mineral em embalagem descartável. (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
2201.10.00
Bebidas
hidroeletrolíticas
(isotônicas).
(Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
2202.99.00
Aguardente de cana-de-açúcar ou de melaço. (Lei
16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
2208.40.00
Saco plástico (Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de
1º.04.2019)
3923.2
Copo plástico descartável (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
3924.10.00
Canudo plástico descartável (Lei 16.489/2018 –
efeitos a partir de 1º.04.2019)
3917.32.29
Explosivos preparados (Lei 16.489/2018 – efeitos a
partir de 1º.04.2019)
3602.00.00
Cerveja acondicionada em embalagem retornável e
que contenha em sua composição, no mínimo, 20%
(vinte por cento) de fécula de mandioca. (Lei
17.111/2020 – efeitos a partir de 1º.01.2021)
2203.00.00
18
18
ANEXO 1-A
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
VEÍCULOS NOVOS RELACIONADOS NA LEI Nº 12.523/2003 - FECEP
(inciso II do art. 18-A)
ITEM
DESCRIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
NCM
1
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou
mais, incluindo o motorista, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), com
volume interno de habitáculo, destinado a passageiros
e motorista, superior a 6 m³
8702.10.00
2
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou
mais, incluindo o motorista, com volume interno de
habitáculo, destinado a passageiros e motorista,
superior a 6 m³ e inferior a 9 m³
8702.90.00
3
Automóveis de passageiros com motor de pistão
alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não
superior a 1000 cm³
8703.21.00
4
Automóveis de passageiros, exceto o destinado ao
transporte de prisioneiros (carro celular), com motor de
pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada
superior a 1000 cm³ e igual ou inferior a 1500 cm³,
com capacidade de transporte de pessoas sentadas
inferior ou igual a 6, incluído o motorista
8703.22.10
5
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), com motor de
pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada
superior a 1000 cm³ e inferior a 1500 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas superior
a 6 e inferior a 10, incluído o motorista
8703.22.90
6
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
8703.23.10
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
49/67
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³
e igual ou inferior a 3000 cm³, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6,
incluído o motorista
7
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³
e igual ou inferior a 3000 cm³, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a
10, incluído o motorista
8703.23.90
8
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000
cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista
8703.24.10
9
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000
cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista
8703.24.90
10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular),
as
ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de
cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a
2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista
8703.32.10
11
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular),
as
ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de
cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a
2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista
8703.32.90
12
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular)
e
os
funerários, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de cilindrada
superior a 2500 cm³, com capacidade de transporte de
pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o
motorista
8703.33.10
13
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular)
e
os
funerários, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de cilindrada
superior a 2500 cm³, com capacidade de transporte de
pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista
8703.33.90
14
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, chassis com motor e cabina
8704.21.10
15
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, com caixa basculante
8704.21.20
16
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, frigoríficos ou isotérmicos
8704.21.30
17
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
exceto carro forte destinado a transporte de valores,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas
8704.21.90
18
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
8704.31.10
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
50/67
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, chassis
com motor e cabina
19
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, com
caixa basculante
8704.31.20
20
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas,
frigoríficos ou isotérmicos
8704.31.30
21
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
exceto carro forte destinado a transporte de valores,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas
8704.31.90
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
ANEXO 1-A
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
VEÍCULOS NOVOS RELACIONADOS NA LEI Nº 12.523/2003 – FECEP
(inciso II do art. 18-A)
DESCRIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
ALÍQUOTA –
OPERAÇÃO INTERNA
(%)
Até
31/12/2023
A partir de
1º/1/2024
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou
mais, incluindo o motorista, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), com
volume interno de habitáculo, destinado a passageiros
e motorista, superior a 6 m³.
8702.10.00
20%
19%
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou
mais, incluindo o motorista, com volume interno de
habitáculo, destinado a passageiros e motorista,
superior a 6 m³ e inferior a 9 m³.
8702.90.90
Automóveis de passageiros com motor de pistão
alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não
superior a 1000 cm³.
8703.21.00
Automóveis de passageiros, exceto o destinado ao
transporte de prisioneiros (carro celular), com motor de
pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada
superior a 1000 cm³ e igual ou inferior a 1500 cm³,
com capacidade de transporte de pessoas sentadas
inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.22.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), com motor de
pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada
superior a 1000 cm³ e inferior a 1500 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas superior
a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.22.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição
por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³ e igual
ou inferior a 3000 cm³, com capacidade de transporte
de pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o
motorista.
8703.23.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³
e igual ou inferior a 3000 cm³, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a
10, incluído o motorista.
8703.23.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000
8703.24.10
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
51/67
cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000
cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista.
8703.24.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular),
as
ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de
cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a
2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.32.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular),
as
ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de
cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a
2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista.
8703.32.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular)
e
os
funerários, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de cilindrada
superior a 2500 cm³, com capacidade de transporte de
pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o
motorista.
8703.33.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular)
e
os
funerários, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de cilindrada
superior a 2500 cm³, com capacidade de transporte de
pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista.
8703.33.90
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, chassis com motor e cabina.
8704.21.10
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, com caixa basculante.
8704.21.20
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, frigoríficos ou isotérmicos.
8704.21.30
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
exceto carro forte destinado a transporte de valores,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, diversos daqueles compreendidos nos
códigos 8704.21.10, 8704.21.20 e 8704.21.30 da
NBM/SH.
8704.21.90
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, chassis
com motor e cabina.
8704.31.10
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, com
caixa basculante.
8704.31.20
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas,
frigoríficos ou isotérmicos.
8704.31.30
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
exceto carro forte destinado a transporte de valores,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
8704.31.90
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
52/67
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, diverso
daqueles compreendidos nos códigos 8703.31.10,
8704.31.20 e 8704.31.30 da NBM/SH.
ANEXO 1-B
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
VEÍCULOS NOVOS COM ALÍQUOTA REDUZIDA E RELACIONADOS NA LEI Nº 12.523/2003 -
FECEP
(art. 18-B)
ITEM
DESCRIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
NCM
1
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou
mais, incluindo o motorista, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), com
volume interno de habitáculo, destinado a passageiros e
motorista, superior a 6 m³
8702.10.00
2
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou
mais, incluindo o motorista, com volume interno de
habitáculo,
destinado
a
passageiros
e
motorista,
superior a 6 m³ e inferior a 9 m³
8702.90.00
3
Automóveis de passageiros com motor de pistão
alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não
superior a 1000 cm³
8703.21.00
4
Automóveis de passageiros, exceto o destinado ao
transporte de prisioneiros (carro celular), com motor de
pistão
alternativo,
de
ignição
por
centelha,
de
cilindrada superior a 1000 cm³ e igual ou inferior a
1500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista
8703.22.10
5
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), com motor de
pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada
superior a 1000 cm³ e inferior a 1500 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas superior
a 6 e inferior a 10, incluído o motorista
8703.22.90
6
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerário e
os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³
e igual ou inferior a 3000 cm³, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6,
incluído o motorista
8703.23.10
7
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerário e
os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³
e igual ou inferior a 3000 cm³, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a
10, incluído o motorista
8703.23.90
8
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerário e
os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000 cm³,
com capacidade de transporte de pessoas sentadas
inferior ou igual a 6, incluído o motorista
8703.24.10
9
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular), os funerários
e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000 cm³,
com capacidade de transporte de pessoas sentadas
superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista
8703.24.90
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
53/67
10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular),
as
ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de
cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a
2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista
8703.32.10
11
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte
de
prisioneiros
(carro
celular),
as
ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de
cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a
2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista
8703.32.90
12
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular) e os funerários,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de cilindrada superior a 2500 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior
ou igual a 6, incluído o motorista
8703.33.10
13
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao
transporte de prisioneiros (carro celular) e os funerário,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de cilindrada superior a 2500 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas superior
a 6 e inferior a 10, incluído o motorista
8703.33.90
14
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a
3,9 toneladas, chassis com motor e cabina
8704.21.10
15
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, com caixa basculante
8704.21.20
16
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas, frigoríficos ou isotérmicos
8704.21.30
17
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
exceto carro forte destinado a transporte de valores,
com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior
a 3,9 toneladas
8704.21.90
17
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, chassis
com motor e cabina
8704.31.10
19
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, com
caixa basculante
8704.31.20
20
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas,
frigoríficos ou isotérmicos
8704.31.30
21
Veículos automóveis para transporte de mercadorias,
exceto carro forte destinado a transporte de valores,
com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas
8704.31.90
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
ANEXO 1-B
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
VEÍCULOS NOVOS COM ALÍQUOTA REDUZIDA E RELACIONADOS NA LEI
Nº 12.523/2003 – FECEP
(art. 18-B)
DESCRIÇÃO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
54/67
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais, incluindo o motorista, com
motor de pistão, de ignição por compressão (diesel ou semidiesel), com volume interno de
habitáculo, destinado a passageiros e motorista, superior a 6 m³.
8702.10.00
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais, incluindo o motorista, com
volume interno de habitáculo, destinado a passageiros e motorista, superior a 6 m³ e
inferior a 9 m³.
8702.90.90
Automóveis de passageiros com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de
cilindrada não superior a 1000 cm³.
8703.21.00
Automóveis de passageiros, exceto o destinado ao transporte de prisioneiros (carro
celular), com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada superior a
1000 cm³ e igual ou inferior a 1500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.22.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada superior a
1000 cm³ e inferior a 1500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas sentadas
superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.22.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), os funerário e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de ignição por
centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a 3000 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.23.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), os funerário e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de ignição por
centelha, de cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a 3000 cm³, com
capacidade de transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista.
8703.23.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), os funerário e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de ignição por
centelha, de cilindrada superior a 3000 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.24.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), os funerários e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de ignição por
centelha, de cilindrada superior a 3000 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.24.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), as ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a 2500 cm³,
com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o
motorista.
8703.32.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular), as ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de cilindrada superior a 1500 cm³ e igual ou inferior a 2500 cm³,
com capacidade de transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o
motorista.
8703.32.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular) e os funerários, com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), de cilindrada superior a 2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.33.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros (carro
celular) e os funerário, com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), de cilindrada superior a 2500 cm³, com capacidade de transporte de pessoas
sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.33.90
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 3,9
toneladas, chassis com motor e cabina.
8704.21.10
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 3,9
toneladas, com caixa basculante.
8704.21.20
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 3,9
toneladas, frigoríficos ou isotérmicos.
8704.21.30
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, exceto carro forte destinado a
transporte de valores, com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, diversos daqueles
compreendidos nos códigos 8704.21.10, 8704.21.20 e 8704.21.30 da NBM/SH.
8704.21.90
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
centelha, de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, chassis com motor e
cabina.
8704.31.10
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
centelha, de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, com caixa basculante.
8704.31.20
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
55/67
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
centelha, de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, frigoríficos ou
isotérmicos.
8704.31.30
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, exceto carro forte destinado a
transporte de valores, com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso em carga
máxima não superior a 3,9 toneladas, diverso daqueles compreendidos nos códigos
8703.31.10, 8704.31.20 e 8704.31.30 da NBM/SH.
8704.31.90
ANEXO 2
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
PRODUTO SUJEITO À ALÍQUOTA DE 25%
(alínea “b” do inciso III do art. 15)
ITEM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NCM
1
Tabaco não manufaturado e desperdícios de tabaco.
2401
2
Produtos de tabaco e seus sucedâneos, exceto os
compreendidos
na
posição
2402
da
NCM,
manufaturados,
tabaco
homogeneizado
ou
reconstituído, extratos e molhos de tabaco
2403
2
Perfumes e águas de colônia
3303.00
4
Produtos de beleza ou de maquiagem preparados
3304
5
Preparações para conservação ou cuidados da pele,
exceto medicamentos e preparações antissolares
6
Bronzeadores
7
Preparações para manicuros e pedicuros
8
Preparações capilares, exceto aquelas com propriedades
profiláticas e terapêuticas
3305
9
Preparações para barbear (antes, durante ou após)
3307
10
Sais perfumados e outras preparações para banhos
11
Desodorantes
(desodorizantes)
de
ambiente
preparados, mesmo não perfumados, com ou sem
propriedades desinfetantes
12
Antiperspirantes ou desodorantes corporais
13
Produtos de toucador preparados para animais
14
Fogos de artifício
3604
15
Armas de guerra (exceto revólveres), sabres, espadas,
baionetas, lanças e outras armas brancas, suas partes e
bainhas
9301 e 9307
16
Partes e acessórios de armas das posições 9301 a 9304,
exceto de revólveres e pistolas
9305
17
Consoles e máquinas de jogos de vídeo, artigos para
jogos de salão, incluindo os jogos com motor ou outro
mecanismo, os bilhares, as mesas especiais para jogos
de cassino e os jogos de balizas automáticos
9504
18
Esquis aquáticos, pranchas de surfe, pranchas a vela e
outros equipamentos para a prática de esportes
aquáticos
9506
19
Tacos, bolas e outros equipamentos para golfe
20
Raquetes de tênis, mesmo não encordoadas.
21
Bolas de tênis
22
Cachimbos (incluídos os seus fornilhos) e piteiras
(boquilhas) para charutos e cigarros e suas partes
9614
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
ANEXO 2
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
56/67
PRODUTO SUJEITO À ALÍQUOTA DE 25%
(alínea “b” do inciso III do art. 15)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Tabaco não manufaturado e desperdícios de tabaco.
2401
Produtos de tabaco e seus sucedâneos, exceto os compreendidos na posição 2402 da NBM/
SH, manufaturados, tabaco homogeneizado ou reconstituído, extratos e molhos de tabaco.
2403
Querosene de aviação.
2710.19.11
Perfumes e águas de colônia.
3303.00
Produtos de beleza ou de maquiagem preparados.
3304
Preparações para conservação ou cuidados da pele, exceto medicamentos e preparações
antissolares.
Bronzeadores.
Preparações para manicuros e pedicuros.
Preparações capilares, exceto aquelas com propriedades profiláticas e terapêuticas.
3305
Preparações para barbear (antes, durante ou após).
3307
Sais perfumados e outras preparações para banhos.
Desodorantes (desodorizantes) de ambiente preparados, mesmo não perfumados, com ou
sem propriedades desinfetantes.
Antiperspirantes ou desodorantes corporais.
Produtos de toucador preparados para animais.
Fogos de artifício.
3604
Armas de guerra (exceto revólveres), sabres, espadas, baionetas, lanças e outras armas
brancas, suas partes e bainhas.
9301 e 9307
Parte 8
Partes e acessórios de armas das posições 9301 a 9304, exceto de revólveres e pistolas.
9305
Consoles e máquinas de jogos de vídeo, artigos para jogos de salão, incluindo os jogos com
motor ou outro mecanismo, os bilhares, as mesas especiais para jogos de cassino e os
jogos de balizas automáticos.
9504
Esquis aquáticos, pranchas de surfe, pranchas a vela e outros equipamentos para a prática
de esportes aquáticos.
9506
Tacos, bolas e outros equipamentos para golfe.
Raquetes de tênis, mesmo não encordoadas.
Bolas de tênis.
Cachimbos (incluídos os seus fornilhos) e piteiras (boquilhas) para charutos e cigarros e
suas partes.
9614
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
ANEXO 2
PRODUTO SUJEITO À ALÍQUOTA DE 25%
(alínea "b" do inciso III do art. 15)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Tabaco não manufaturado e desperdícios de tabaco.
2401
Produtos de tabaco e seus sucedâneos, exceto os compreendidos na posição 2402 da
NBM/SH, manufaturados, tabaco homogeneizado ou reconstituído, extratos e molhos
de tabaco.
2403
Querosene de aviação.
2710.19.11
Perfumes e águas de colônia.
3303.00
Produtos de beleza ou de maquiagem preparados.
3304
Preparações para conservação ou cuidados da pele, exceto medicamentos e
preparações antissolares.
Bronzeadores.
Preparações para manicuros e pedicuros.
Preparações capilares, exceto aquelas com propriedades profiláticas e terapêuticas.
3305
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
57/67
Preparações para barbear (antes, durante ou após).
3307
Sais perfumados e outras preparações para banhos.
Desodorantes (desodorizantes) de ambiente preparados, mesmo não perfumados, com
ou sem propriedades desinfetantes.
Antiperspirantes ou desodorantes corporais.
Produtos de toucador preparados para animais.
Fogos de artifício.
3604
Artefatos de joalheria e suas partes, de metais preciosos ou de metais folheados ou
chapeados de metais preciosos.
7113
Artefatos de ourivesaria e suas partes, de metais preciosos ou de metais folheados ou
chapeados de metais preciosos.
7114
Obras de pérolas naturais ou cultivadas, de pedras preciosas ou semipreciosas, de
pedras sintéticas ou reconstituídas.
7116
Bijuterias.
7117
Motocicletas com motor de pistão alternativo de cilindrada superior a 250 cm3.
8711
Armas de guerra (exceto revólveres), sabres, espadas, baionetas, lanças e outras
armas brancas, suas partes e bainhas.
9301 e 9307
Partes e acessórios de armas das posições 9301 a 9304, exceto de revólveres e
pistolas.
9305
Consoles e máquinas de jogos de vídeo, artigos para jogos de salão, incluindo os jogos
com motor ou outro mecanismo, os bilhares, as mesas especiais para jogos de cassino
e os jogos de balizas automáticos.
9504
Esquis aquáticos, pranchas de surfe, pranchas a vela e outros equipamentos para a
prática de esportes aquáticos.
9506
Tacos, bolas e outros equipamentos para golfe.
Raquetes de tênis, mesmo não encordoadas.
Bolas de tênis.
Cachimbos (incluídos os seus fornilhos) e piteiras (boquilhas) para charutos e cigarros
e suas partes.
9614
ANEXO 3
REVOGADO (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
ANEXO 3
PRODUTO DE INFORMÁTICA SUJEITO À ALÍQUOTA DE 12%
(alínea "c" do inciso V do art. 15)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Partes e acessórios de dispositivos de impressão que possam ser utilizados
indiferentemente com as máquinas ou aparelhos de duas ou mais das posições 8469 a
8472 da NBM/SH.
8473.50
Estações-base de sistema bidirecional de radiomensagens, exceto as compreendidas no
código 8517.61.11 da NBM/SH.
8517.61.19
Estações-base de sistema troncalizado (trunking).
8517.61.20
Estações-base de telefonia celular.
8517.61.30
Estações-base de telecomunicação por satélite.
8517.61.4
Estações-base, diversas daquelas classificadas na subposição 8517.61 da NBM/SH.
8517.61.9
Aparelhos emissores com receptor incorporado, digitais, de frequência inferior a 15 GHz
e taxa de transmissão inferior ou igual a 34 Mbits/s, exceto os de sistema bidirecional de
radiomensagens de taxa de transmissão inferior ou igual a 112 Kbits/s.
8517.62.72
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
58/67
Aparelhos emissores com receptor incorporado, digitais, de frequência inferior a 15 GHz,
diversos daqueles compreendidos no código 8517.62.72 da NBM/SH.
8517.62.77
Aparelhos emissores com receptor incorporado, digitais, de frequência superior ou igual a
15 GHz, mas inferior ou igual a 23 GHz e taxa de transmissão inferior ou igual a 8
Mbit/s.
8517.62.78
Aparelhos
emissores
com
receptor
incorporado,
digitais,
diversos
daqueles
compreendidos no item 8517.62.7 da NBM/SH.
8517.62.79
Aparelhos para recepção, conversão e transmissão ou regeneração de voz, imagens ou
outros dados, analógicos, diversos daqueles compreendidos na subposição 8517.62 da
NBM/SH.
8517.62.96
Cartões de memória (memory cards).
8523.51.10
Dispositivos de armazenamento de dados, não volátil, à base de semicondutores,
diversos daqueles compreendidos no código 8523.51.10 da NBM/SH.
8523.51.90
Osciloscópios digitais.
9030.20.10
Oscilógrafos.
9030.20.30
Multímetros, com dispositivo registrador.
9030.32.00
Aparelhos e instrumentos para medida ou controle da tensão, intensidade, resistência ou
potência, com dispositivo registrador, diversos daqueles compreendidos em outras
subposições da posição 9030, ambas da NBM/SH.
9030.39
Instrumentos ou aparelhos para medição ou controle de plaquetas (wafers) ou de
dispositivos semicondutores.
9030.82
Instrumentos ou aparelhos para medição, controle ou detecção, com dispositivo
registrador.
9030.84
ANEXO 4
REVOGADO (Lei 15.997/2017 – Efeitos a partir de 1°.04.2017)
Redação anterior, efeitos até 30.03.2017:
ANEXO 4
PRODUTO DE INFORMÁTICA SUJEITO À ALÍQUOTA DE 7%
(alínea "a" do inciso VI do art. 15)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Máquinas que executem pelo menos duas das seguintes funções: impressão, cópia ou
transmissão de telecópia (fax), capazes de ser conectadas a uma máquina automática
para processamento de dados ou a uma rede.
8443.31
Impressoras, aparelhos de copiar ou aparelhos de telecopiar (fax), capazes de ser
conectados a uma máquina automática para processamento de dados ou a uma rede.
8443.32
Mecanismos de impressão por jato de tinta, suas partes e acessórios.
8443.99.2
Cartuchos de revelador (toners).
8443.99.33
Caixas registradoras eletrônicas com capacidade de comunicação bidirecional com
computadores ou outras máquinas digitais.
8470.50.11
Caixas
registradoras
eletrônicas,
diversas
daquelas
compreendidas
no
código
8470.50.11 da NBM/SH.
8470.50.19
Máquinas automáticas para processamento de dados, portáteis, de peso não superior a
10 kg, contendo pelo menos uma unidade central de processamento, um teclado e uma
tela.
8471.30
Máquinas automáticas para processamento de dados, contendo, no mesmo corpo, pelo
menos uma unidade central de processamento e, mesmo combinadas, uma unidade de
entrada e uma unidade de saída.
8471.41
Máquinas automáticas para processamento de dados, apresentadas sob a forma de
sistemas.
8471.49.00
Unidades de processamento, exceto as das subposições 8471.41 ou 8471.49, podendo
conter, no mesmo corpo, um ou dois dos seguintes tipos de unidades: unidade de
memória, unidade de entrada e unidade de saída.
8471.50
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
59/67
Unidades de entrada ou de saída, podendo conter, no mesmo corpo, unidades de
memória.
8471.60
Unidades de memória de discos magnéticos para discos flexíveis.
8471.70.11
Unidades de memória de discos magnéticos para discos rígidos, com um só conjunto
cabeça-disco (HDA-Head Disk Assembly).
8471.70.12
Unidades de memória de discos magnéticos, diversas daquelas compreendidas no item
8471.70.1 da NBM/SH.
8471.70.19
Unidades de memória de discos exclusivamente para leitura de dados por meios ópticos
(unidade de disco óptico).
8471.70.21
Unidades de memória de discos para leitura ou gravação de dados por meios ópticos
(unidade de disco óptico).
8471.70.29
Unidades de memória de fitas magnéticas para cartuchos.
8471.70.32
Unidades de memória de fitas magnéticas para cassetes.
8471.70.33
Unidades de memória de fitas magnéticas, diversas daquelas compreendidas nos
códigos 8471.70.32 e 8471.70.33 da NBM/SH.
8471.70.39
Unidades de máquinas automáticas para processamento de dados, diversas daquelas
compreendidas na posição 8471 da NBM/SH.
8471.80.00
Máquinas automáticas para processamento de dados e suas unidades, leitores
magnéticos ou ópticos, máquinas para registrar dados em suporte sob forma codificada
e máquinas para processamento desses dados, diversas daquelas compreendidas em
outras posições da NBM/SH.
8471.90
Distribuidores (dispensadores) automáticos de papel-moeda, incluídos os que efetuam
outras operações bancárias.
8472.90.10
Máquinas do tipo das utilizadas em caixas de banco, com dispositivo para autenticar,
eletrônicas, com capacidade de comunicação bidirecional com computadores ou outras
máquinas digitais.
8472.90.21
Máquinas do tipo das utilizadas em caixas de banco, com dispositivo para autenticar,
diversas daquelas compreendidas no código 8472.90.21 da NBM/SH.
8472.90.29
Máquinas para selecionar e contar moedas ou papel-moeda.
8472.90.30
Classificadoras automáticas de documentos, com leitores ou gravadores do item
8471.90.1 da NBM/SH incorporados.
8472.90.5
Circuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos montados, para caixas
registradoras.
8473.29.10
Gabinetes das máquinas da posição 8471 da NBM/SH.
8473.30.1
Conjuntos cabeça-disco (HDA - Head Disk Assembly) de unidades de discos rígidos,
montados.
8473.30.31
Cabeças magnéticas.
8473.30.33
Partes e acessórios de unidades de discos magnéticos ou de fitas magnéticas, diversas
daquelas compreendidas no item 8473.30.3 da NBM/SH.
8473.30.39
Circuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montados.
8473.30.4
Partes e acessórios das máquinas da posição 8471 da NBM/SH, diversos dos
compreendidos na subposição 8473.30 da NBM/SH.
8473.30.99
Aparelhos para comutação.
8517.62.39
Roteadores digitais, em redes com ou sem fio.
8517.62.4
Distribuidores de conexões para redes (hubs).
8517.62.54
Moduladores/demoduladores (modems).
8517.62.55
Aparelhos para transmissão ou recepção de voz, imagem ou outros dados em rede com
fio, diversos dos compreendidos no item 8517.62.5 da NBM/SH.
8517.62.59
Tradutores (conversores) de protocolos para interconexão de redes (gateway).
8517.62.94
Circuitos impressos com componentes elétricos ou eletrônicos, montados.
8517.70.10
Gabinetes, bastidores e armações.
8517.70.91
Partes de aparelhos telefônicos ou de outros aparelhos para transmissão ou recepção de
voz, imagens ou outros dados, exceto os compreendidos nas posições 8443, 8525, 8527
ou 8528 da NBM/SH.
8517.70.99
Discos magnéticos dos tipos utilizados em unidades de discos rígidos.
8523.29.11
Discos magnéticos, diversos daqueles compreendidos no código 8523.29.11 da NBM/SH.
8523.29.19
Fitas magnéticas, não gravadas, de largura não superior a 4 mm, em cassetes.
8523.29.21
Fitas magnéticas, não gravadas, diversas daquelas compreendidas no item 8523.29.2 da
NBM/SH.
8523.29.29
Suportes ópticos gravados, para reprodução de fenômenos diferentes do som ou da
imagem.
8523.49.20
Suportes ópticos gravados, diversos dos compreendidos na subposição 8523.49 da
NBM/SH.
8523.49.90
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
60/67
Cartões inteligentes, exceto sim cards.
8523.52.00
Monitores com tubo de raios catódicos, dos tipos exclusiva ou principalmente utilizados
em um sistema automático para processamento de dados da posição 8471 da NBM/SH,
monocromáticos.
8528.41.10
Monitores com tubo de raios catódicos policromáticos dos tipos exclusiva ou
principalmente utilizados em um sistema automático para processamento de dados da
posição 8471 da NBM/SH.
8528.41.20
Monitores monocromáticos dos tipos exclusiva ou principalmente utilizados em um
sistema automático para processamento de dados da posição 8471 da NBM/SH.
8528.51.10
Monitores policromáticos dos tipos exclusiva ou principalmente utilizados em um sistema
automático para processamento de dados da posição 8471 da NBM/SH.
8528.51.20
Projetores dos tipos exclusiva ou principalmente utilizados num sistema automático para
processamento de dados da posição 8471 da NBM/SH.
8528.61.00
Circuitos impressos.
8534.00.00
Conectores para circuito impresso.
8536.90.40
Processadores e controladores, mesmo combinados com memórias, conversores,
circuitos lógicos, amplificadores, circuitos temporizadores e de sincronização ou outros
circuitos.
8542.31
Memórias.
8542.32
Amplificadores.
8542.33
Circuitos integrados eletrônicos, diversos daqueles compreendidos nas demais
subposições da posição 8542 da NBM/SH .
8542.39
Partes de circuitos integrados eletrônicos.
8542.90
Partes das máquinas ou aparelhos da subposição 8543.70 da NBM/SH.
8543.90.10
Partes das máquinas e aparelhos elétricos com função própria, não especificados nem
compreendidos em outras posições do Capítulo 85 da NBM/SH.
8543.90.90
Condutores elétricos, para tensão não superior a 1000 V, munidos de peças de conexão.
8544.42.00
Fitas impressoras, diversas daquelas compreendidas na subposição 9612.10 da
NBM/SH.
9612.10.90
ANEXO 5
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
GIPSITA, GESSO E DERIVADOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7%
(alínea “b” do inciso VI do art. 15)
ITEM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NCM
1
Gipsita
2520.10.1
2
Gesso, diverso daquele compreendido na subposição
2520.20 da NCM
2520.20.90
3
Chapas, placas, painéis, ladrilhos e semelhantes, não
ornamentados, à base de gesso
6809.1
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
ANEXO 5
GIPSITA, GESSO E DERIVADOS SUJEITOS À ALÍQUOTA DE 7%
(alínea "b" do inciso VI do art. 15)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Gipsita.
2520.10.1
Gesso, diverso daquele compreendido na subposição 2520.20 da NBM/SH.
2520.20.90
Chapas, placas, painéis, ladrilhos e semelhantes, não ornamentados, à base de
gesso.
6809.1
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
61/67
ANEXO 6
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.01.2024)
VEÍCULO SUJEITO À ALÍQUOTA REDUZIDA DE 12%
(alínea “a” do inciso I do art. 18)
ITEM
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NCM
1
Tratores rodoviários para semirreboques
8701.2
2
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor
de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 5
toneladas
8704.21
3
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor
de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), de peso em carga máxima superior a 5
toneladas, mas não superior a 20 toneladas
8704.22
4
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor
de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), de peso em carga máxima superior a 20
toneladas
8704.23
5
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor
de pistão, de ignição por centelha, de peso em carga
máxima não superior a 5 toneladas
8704.31
6
Veículos para transporte de mercadorias, com motor de
pistão, de ignição por centelha, de peso em carga
máxima superior a 5 toneladas
8704.32
7
Chassis com motor para os veículos automóveis da
posição 8702 da NCM
8706.00.10
8
Chassis com motor para caminhões
8706.00.90
9
Automóveis de passageiros com motor de pistão
alternativo, de ignição por centelha, de cilindrada não
superior a 1000 cm³
8703.21.00
Redação anterior, efeitos até 31.12.2023:
ANEXO 6
(Lei 16.489/2018 – efeitos a partir de 1º.04.2019)
VEÍCULO SUJEITO À ALÍQUOTA REDUZIDA DE 12%
(alínea “a” do inciso I do art. 18)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Tratores rodoviários para semirreboques.
8701.20.00
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 5 toneladas.
8704.21
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima superior a 5 toneladas, mas não superior a
20 toneladas.
8704.22
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima superior a 20 toneladas.
8704.23
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por centelha, de
peso em carga máxima não superior a 5 toneladas.
8704.31
Veículos para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por centelha, de
peso em carga máxima superior a 5 toneladas.
8704.32
Chassis com motor para os veículos automóveis da posição 8702 da NBM/SH.
8706.00.10
Chassis com motor para caminhões.
8706.00.90
Automóveis de passageiros com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de
cilindrada não superior a 1000 cm³.
8703.21.00
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
62/67
Redação anterior, efeitos até 31.03.2019:
ANEXO 6
VEÍCULO SUJEITO À ALÍQUOTA REDUZIDA DE 12%
(alínea "a" do inciso I do art. 18)
DESCRIÇÃO DO PRODUTO
CLASSIFICAÇÃO
NBM/SH
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais, incluindo o
motorista, com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel ou
semidiesel), com volume interno de habitáculo, destinado a passageiros e
motorista, superior a 6 m³.
8702.10.00
Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais, incluindo o
motorista, com volume interno de habitáculo, destinado a passageiros e
motorista, superior a 6 m³ e inferior a 9 m³.
8702.90.90
Automóveis de passageiros com motor de pistão alternativo, de ignição por
centelha, de cilindrada não superior a 1000 cm3.
8703.21.00
Automóveis de passageiros, exceto o destinado ao transporte de prisioneiros
(carro celular), com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de
cilindrada superior a 1000 cm3 e igual ou inferior a 1500 cm3, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.22.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), com motor de pistão alternativo, de ignição por centelha, de
cilindrada superior a 1000 cm3 e inferior a 1500 cm3, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.22.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), os funerário e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm3 e igual ou inferior a 3000
cm3, com capacidade de transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6,
incluído o motorista.
8703.23.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), os funerário e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 1500 cm3 e igual ou inferior a 3000
cm3, com capacidade de transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a
10, incluído o motorista.
8703.23.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), os funerário e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000 cm3, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.24.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), os funerários e os de corrida, com motor de pistão alternativo, de
ignição por centelha, de cilindrada superior a 3000 cm3, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.24.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), as ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de ignição
por compressão (diesel ou semidiesel), de cilindrada superior a 1500 cm3 e igual
ou inferior a 2500 cm3, com capacidade de transporte de pessoas sentadas
inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.32.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular), as ambulâncias e os funerários, com motor de pistão, de ignição
por compressão (diesel ou semidiesel), de cilindrada superior a 1500 cm3 e igual
ou inferior a 2500 cm3, com capacidade de transporte de pessoas sentadas
superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.32.90
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular) e os funerários, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de cilindrada superior a 2500 cm3, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas inferior ou igual a 6, incluído o motorista.
8703.33.10
Automóveis de passageiros, exceto os destinados ao transporte de prisioneiros
(carro celular) e os funerário, com motor de pistão, de ignição por compressão
(diesel ou semidiesel), de cilindrada superior a 2500 cm3, com capacidade de
transporte de pessoas sentadas superior a 6 e inferior a 10, incluído o motorista.
8703.33.90
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não
superior a 3,9 toneladas, chassis com motor e cabina.
8704.21.10
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não
superior a 3,9 toneladas, com caixa basculante.
8704.21.20
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de
ignição por compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não
superior a 3,9 toneladas, frigoríficos ou isotérmicos.
8704.21.30
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, exceto carro forte destinado
a transporte de valores, com motor de pistão, de ignição por compressão (diesel
ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, diversos
daqueles compreendidos nos códigos 8704.21.10, 8704.21.20 e 8704.21.30 da
NBM/SH.
8704.21.90
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de
ignição por centelha, de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas,
chassis com motor e cabina.
8704.31.10
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de
ignição por centelha, de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas,
com caixa basculante.
8704.31.20
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de
ignição por centelha, de peso em carga máxima não superior a 3,9 toneladas,
frigoríficos ou isotérmicos.
8704.31.30
Veículos automóveis para transporte de mercadorias, exceto carro forte destinado
a transporte de valores, com motor de pistão, de ignição por centelha, de peso
em carga máxima não superior a 3,9 toneladas, diverso daqueles compreendidos
nos códigos 8703.31.10, 8704.31.20 e 8704.31.30 da NBM/SH.
8704.31.90
Tratores rodoviários para semirreboques.
8701.20.00
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima não superior a 5
toneladas.
8704.21
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima superior a 5
toneladas, mas não superior a 20 toneladas.
8704.22
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
compressão (diesel ou semidiesel), de peso em carga máxima superior a 20
toneladas.
8704.23
Caminhão para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
centelha, de peso em carga máxima não superior a 5 toneladas.
8704.31
Veículos para transporte de mercadorias, com motor de pistão, de ignição por
centelha, de peso em carga máxima superior a 5 toneladas.
8704.32
Chassis com motor para os veículos automóveis da posição 8702 da NBM/SH.
8706.00.10
Chassis com motor para caminhões.
8706.00.90
ANEXO 7
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
RECOLHIMENTO PARCELADO DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO
(art. 31-A)
CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
Art. 1º Pode ser recolhido em até 60 (sessenta) parcelas mensais e sucessivas o crédito
tributário não recolhido até a data de vencimento.
§ 1º Na hipótese de solicitação de parcelamento de crédito tributário por contribuinte não inscrito
no CACEPE, decreto do Poder Executivo pode exigir garantias para sua concessão.
§ 2º O parcelamento de que trata o caput aplica-se inclusive ao crédito tributário inscrito em
dívida ativa, observandose:
I - os valores dos encargos da dívida ativa ou honorários advocatícios devidos na Execução Fiscal:
a) podem ser parcelados com o mesmo número de parcelas em que for parcelado o crédito
tributário; e
b) devem ser calculados tendo como base o valor do crédito tributário e seus acréscimos legais,
atualizados até a data do seu efetivo pagamento, considerados os descontos legais eventualmente
14/01/2026, 08:00
LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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incidentes; e
II - os valores das custas e taxas judiciárias devidos na Execução Fiscal devem ser recolhidos na
forma prevista em decreto do Poder Executivo.
Art. 2º Não pode ser parcelado o crédito tributário:
I - decorrente do imposto:
a) retido na saída realizada por contribuinte substituto; ou
b) não constituído, devido na saída de mercadoria ou na prestação de serviço promovidas por
contribuinte com inscrição no CACEPE suspensa ou que esteja submetido a sistema especial de controle,
fiscalização e pagamento,
nos termos da legislação específica; ou
II - de sujeito passivo que:
a) tenha parcelamento ativo em atraso; ou
b) mantenha, sem regularização, saldo remanescente de crédito tributário, nos termos do art. 8º.
Parágrafo único. A condição de que trata o inciso II do caput deve ser observada considerando-se
todos os estabelecimentos do sujeito passivo.
Art. 3º O parcelamento de crédito tributário de contribuinte em recuperação judicial é concedido
nos termos de lei específica, observadas as disposições previstas neste Anexo, naquilo que não
dispuserem em contrário.
CAPÍTULO II
DA FORMALIZAÇÃO DO PARCELAMENTO
Art. 4º A formalização do parcelamento previsto no art. 1º ocorre com o pagamento, a título de
entrada, de, no mínimo, o valor resultante da aplicação dos seguintes percentuais sobre o saldo atual
do crédito tributário, conforme a hipótese:
I - 5% (cinco por cento), na hipótese de primeiro parcelamento;
II - 10% (dez por cento), na hipótese de primeiro reparcelamento; e
III - 20% (vinte por cento), nas demais hipóteses.
§ 1º O pagamento de que trata o caput não está computado no quantitativo de parcelas referido
no art. 1º.
§ 2º A formalização do parcelamento implica reconhecimento do correspondente crédito
tributário, quanto aos aspectos fáticos sobre os quais incide a norma tributária, ressalvado o direito de,
em processo específico, ser requerida a restituição de quantia paga indevidamente.
CAPÍTULO III
DO VALOR DAS PARCELAS
Art. 5º Decreto do Poder Executivo deve estabelecer o valor das parcelas, podendo, inclusive,
definir seu valor mínimo.
CAPÍTULO IV
DA PERDA E DO CANCELAMENTO DO PARCELAMENTO
Art. 6º Ocorre a perda do parcelamento previsto neste Anexo quando o contribuinte não pagar
qualquer parcela por um prazo superior a 90 (noventa) dias.
Art. 7º O sujeito passivo pode, a qualquer tempo, solicitar o cancelamento do parcelamento
previsto neste Anexo.
Art. 8º A perda ou o cancelamento do parcelamento resultam no vencimento do saldo
remanescente do crédito tributário, que deve ser recomposto pela incidência dos valores porventura
reduzidos no início do parcelamento, proporcionalmente ao seu montante.
CAPÍTULO V
DO REPARCELAMENTO
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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Art. 9º O reparcelamento de saldo remanescente de crédito tributário pode ser efetuado sempre
que houver a perda ou o cancelamento de parcelamento anterior.
CAPÍTULO VI
DA DISPOSIÇÃO TRANSITÓRIA
Art. 10. O crédito tributário cujo parcelamento esteja em vigor nos termos da legislação
tributária anterior pode ser reparcelado nos termos deste Anexo, a pedido do sujeito passivo,
observando-se:
I - o reparcelamento deve ocorrer concomitantemente com o pedido de cancelamento de que
trata o art. 7º;
II - o percentual do crédito tributário a ser pago a título de entrada corresponde ao previsto no
inciso I do art. 4º;
III - não se aplicam:
a) a recomposição do crédito tributário de que trata o art. 8º; e
b) a concessão de novas reduções de multas ou juros; e
IV - o somatório das parcelas geradas no parcelamento a ser cancelado, com aquelas do novo
parcelamento, fica limitado a 60 (sessenta).
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 11. A Procuradoria Geral do Estado pode conceder parcelamento especial de crédito
tributário inscrito em dívida ativa, nos termos de decreto do Poder Executivo, por razões de
conveniência e oportunidade e em atendimento ao interesse público, observando-se:
I - pode ser concedido de modo que a entrada ou as parcelas tenham valor diverso do
Parte 9
estabelecido como regra geral, respeitado o limite máximo de parcelas previsto no art. 1º; e
II - podem ser exigidas garantias para sua concessão.
Art. 12. O Poder Executivo pode, por meio de decreto, regulamentar o disposto neste Anexo.
ANEXO 8
(Lei. 18.305/2023 – efeitos a partir de 1º.11.2023)
PROGRAMA DE AUTORREGULARIZAÇÃO E CONFORMIDADE TRIBUTÁRIA – COOPERA
(art. 40-I)
Art. 1º O Programa de Autorregularização e Conformidade Tributária - Coopera, que tem por
objetivo aperfeiçoar a relação entre os contribuintes do ICMS e a Administração Tributária, fica
disciplinado nos termos deste Anexo, observados os seguintes princípios:
I - cooperação;
II - confiança;
III - boa-fé;
IV - segurança jurídica;
V - transparência;
VI - eficiência; e
VII - concorrência leal.
Art. 2º As diretrizes para implementação do Coopera consistem, em especial, no estímulo à
autorregularização e à conformidade tributária e na melhoria do ambiente de negócios no Estado de
Pernambuco, mediante a redução de custos de conformidade para o contribuinte, com o
aperfeiçoamento dos canais de comunicação e da legislação tributária.
Parágrafo único. Para o atendimento dos objetivos do Coopera, a Administração Tributária deve
adotar medidas que viabilizem:
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
https://www.sefaz.pe.gov.br/Legislação/Tributária/Documents/Legislação/Leis_Tributarias/2016/Lei15730_2016.htm
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I - o aperfeiçoamento da tecnologia da informação para a eficiência da geração e utilização de
dados e para melhoria da interação com os contribuintes;
II - a capacitação contínua dos agentes da Administração Tributária; e
III - a integração do Coopera com o Programa de Educação Fiscal do Estado de Pernambuco.
Art. 3º Para fins de aplicação do Coopera, os contribuintes são classificados de acordo com
critérios objetivos definidos em decreto do Poder Executivo, os quais devem considerar, em especial:
I - o grau de precisão das informações econômico-fiscais prestadas;
II - o cumprimento das obrigações tributárias;
III - a atividade econômica do contribuinte; e
IV - o porte do estabelecimento.
§ 1º Na análise do grau de precisão das informações econômico-fiscais, é vedada a consideração
de período anterior à data de publicação do decreto de que trata o caput.
§ 2º Após comunicar ao contribuinte a sua classificação, a Administração Tributária deve publicá-
la em portal eletrônico da Sefaz.
§ 3º O contribuinte pode não autorizar a publicação de sua classificação, na forma prevista no
decreto de que trata o caput, sem nenhum prejuízo do seu escore.
§ 4º A Administração Tributária deve revisar periodicamente a mensuração dos critérios
classificatórios, a fim de viabilizar, quando for o caso, a reclassificação do contribuinte, observadas as
regras de publicação, comunicação e oposição previstas nos §§ 2º e 3º.
§ 5º A classificação de que trata o caput pode ocorrer de forma gradual.
Art. 4º De acordo com a classificação dos contribuintes, decreto do Poder Executivo pode
estabelecer contrapartidas que importem em tratamento diferenciado, em especial, na concessão de
credenciamento e de prazo para recolhimento do imposto, bem como nos procedimentos de controle de
mercadoria em trânsito e nos canais de atendimento da Administração Tributária.
§ 1º Além das contrapartidas previstas no caput, o decreto pode prever procedimentos
simplificados para a restituição de tributos, para o cumprimento de obrigações acessórias e adoção de
medidas que viabilizem a espontaneidade para autorregularização de períodos pretéritos.
§ 2º Os procedimentos de autorregularização não podem ser utilizados nas hipóteses de ação
fiscal decorrente de ordem judicial ou fraude devidamente caracterizada.
§ 3º Para o aperfeiçoamento do Coopera, o decreto de que trata o caput pode prever a
participação do contribuinte em grupos de trabalho com a Administração Tributária.
§ 4º Os créditos tributários inscritos na dívida ativa do Estado que não estejam garantidos
integralmente ou com exigibilidade suspensa impedem a concessão de contrapartidas aos contribuintes.
§ 5º A concessão de contrapartidas não pode resultar em diminuição do crédito tributário relativo
ao imposto devidamente atualizado.
Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado.
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LEI Nº 15.730, DE 17 DE MARÇO DE 2016.
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