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Distrito Federal por capítulos

Índice estadual Índice de DF Volte ao mapa completo do Estado para escolher outro tema. Proximo assunto Base de cálculo, alíquotas, DIFAL e apuração Como a operação vira base tributável, qual alíquota se aplica, quando há diferencial de alíquotas e como o débito é apurado.
Análise aplicada

Como interpretar

No DF, a Lei nº 1.254/1996 faz o papel de lei material do ICMS. Ela delimita quando a operação entra no campo do imposto, quando fica fora dele e quem assume a posição de contribuinte.

A não incidência, especialmente nas exportações e em situações que a Constituição retira do campo do ICMS, não deve ser tratada como favor fiscal. Ela é uma fronteira da própria competência tributária.

O RICMS/DF transforma essa regra em rotina: inscrição, documento fiscal, escrituração, responsável pelo recolhimento e prova da operação. A interpretação correta sempre conecta lei, regulamento e XML.

Aplicação por departamento

Fiscal define CFOP, CST/CSOSN, natureza da operação e responsável. Cadastro valida contribuinte e inscrição. Jurídico separa não incidência, imunidade, isenção e responsabilidade.

Documentos de prova

NF-e, CT-e, cadastro fiscal, inscrição, contrato, pedido, comprovante de circulação, EFD ICMS/IPI e memória de enquadramento.

Riscos comuns

Tratar não incidência como isenção; aplicar benefício antes de saber se o fato gerador existe; esquecer responsabilidade por substituição ou recolhimento antecipado.

Índice estadual Índice de DF Volte ao mapa completo do Estado para escolher outro tema. Proximo assunto Base de cálculo, alíquotas, DIFAL e apuração Como a operação vira base tributável, qual alíquota se aplica, quando há diferencial de alíquotas e como o débito é apurado.

Continuar este estudo

Base de cálculo, alíquotas, DIFAL e apuraçãoBenefícios fiscais do DF, LC 160 e Convênio ICMS 190/2017Regime especial de apuração e crédito outorgadoEMPREGA-DF, PRÓ-DF II e Desenvolve-DF